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Com qual médico você deve se consultar: Clínico Geral ou Médico da Família?

Na hora de fazer uma consulta de rotina, é necessário saber onde ir. 

O(a) Clínico(a) Geral é aquele mais procurado quando alguém precisa investigar sintomas. É a habilitação que possui amplo conhecimento sobre o organismo no geral e sua responsabilidade é acompanhar o paciente e fazer o primeiro diagnóstico. Para isso, o(a) profissional pede exames e se necessário, faz o encaminhamento para o especialista indicado. Em casos não-cirúrgicos, não ginecológicos e não obstétricos, o(a) próprio(a) pode tratar doenças.

Já o(a) Médico(a) da Família assume o cuidado integral desde o nascimento, podendo lidar com até 80% dos problemas de saúde. Esse(a) profissional não trata somente adultos, acompanhando também crianças. Ao contrário da anterior, essa especialidade pode realizar tratamentos de ginecologia e obstetrícia, além de complicações de olhos ou ouvidos, entre outros. Seu foco não está na enfermidade, mas sim na reabilitação.

O contexto comunitário também é levado em consideração. Além de ambulatórios e hospitais, esses médicos podem atuar na gestão de serviços de saúde e em ensino e pesquisa. A assistência é individualizada, lidando com o cliente de forma mais pessoal. Para se qualificar é necessária, além da residência, uma prova específica para receber a titulação. Já a Clínica Médica, embora não exija especialidade ou aceite qualificações de outras áreas, é um pré-requisito para trabalhar em outros setores importantes da prática. 

Enquanto a Medicina Interna oferece um atendimento mais generalizado para depois fazer o redirecionamento, quem se aprofunda em saúde familiar conhece a fundo a maioria das patologias mais frequentes, sabendo como proceder e podendo ir da pediatria à geriatria.

Ontem, 18 de outubro, foi Dia do Médico! No contexto atual, queremos agradecer ainda mais a essas pessoas que arriscam suas vidas todos os dias. Deixamos nossos parabéns e muito obrigada!

Você sabe o que faz um Corretor de Seguros?

Hoje é o Dia do Corretor de Seguros! Confira aqui um pouco mais sobre o que a nossa equipe faz!

A importância de resguardar seu patrimônio é imensurável. Por isso, é muito importante contar com um conhecedor do assunto. A primeira coisa a se saber é que existe uma diferença entre uma corretora de seguros e uma seguradora: a primeira é uma organização autorizada pelas entidades competentes para fazer a representação legal do(a) cliente. Já a segunda é a empresa que fornecerá os serviços, arcando com as indenizações em casos de danos. 

O(a) corretor(a) atua como especialista, e tem como função principal atuar como intermediário entre a operadora e o(a) cliente. Ele(a) oferece consultoria no momento em que a pessoa física ou jurídica decide contratar um plano, avaliando os riscos e a conveniência do(a) titular. Dessa forma, pode ajudá-lo(a) a decidir a cobertura que mais se aplica a suas necessidades. 

A Global Opsi conta com uma equipe capacitada e experiente para proporcionar total segurança na hora de avaliar essas condições. As opções são abrangentes, indo de seguro residencial, automóvel e de vida a planos de saúde. Cada um deles possui uma ampla versatilidade de itens, podendo proteger até mesmo portáteis e objetos de valor que o(a) contratante possui. No caso de planos empresariais, o(a) empreendedor(a) tem suporte para selecionar o plano que tem mais vantagens para a equipe, considerando também a redução de custos da corporação.

Ter o intermédio na hora de fechar o contrato não é obrigatório, mas é comum que, sem a devida orientação, uma pessoa escolha a opção mais barata sem saber que em casos de sinistro pagará caro. Ou, ainda, pode solicitar um pacote que não abrange todas as suas demandas. 

O(a) profissional também tem a atribuição de mediar contratos e garantir o cumprimento das cláusulas previstas na apólice. É seu papel prestar assessoria ao(à) cliente, tendo a expertise para selecionar a companhia que tem melhor atendimento técnico. Uma de suas outras responsabilidades é orientar o(a) segurado(a) sobre as condições de renovação. Tudo isso visando o custo-benefício, pois muitas vezes o que é aparentemente mais econômico pode trazer dores de cabeça no futuro. Se quiser saber mais sobre o assunto, entre em contato conosco! 

Parabéns a todos os profissionais da área, em especial aos colaboradores da Global Opsi! 

Saúde bucal: confira dicas valiosas que vão além do cuidado com os dentes

Prevenção é essencial para manter a qualidade de vida! Isso também vale para a saúde bucal, mas com a correria do dia-a-dia, nos esquecemos de fazer a devida manutenção. A falta de cuidados com a boca pode chegar até mesmo a te prejudicar em outras áreas

Dentre os problemas bucais, o mais comum são as cáries. Muitas pessoas acreditam ser algo simples, mas, na verdade, se não tratadas, podem causar a morte da polpa do dente e formar abscessos.

Entre outros males causados pela falta de manutenção dentária, estão:

Gengivite – Ocorre quando há acúmulo de placa bacteriana, inflamando a gengiva. Os principais sintomas são inchaços e sangramentos, mas pode evoluir para periodontite.

Periodontite – Assim como a gengivite, causa inchaços e sangramentos, além de sensibilidade, mau hálito e retração da gengiva. Quando não tratada, pode causar até mesmo a perda do dente. Como muitas vezes é assintomática, é necessário ir ao dentista regularmente para o diagnóstico precoce.

Retração da Gengiva – Essa condição faz com que a raiz do dente fique exposta e dessa forma, as bactérias se espalham.

Tártaro – Se trata da placa bacteriana depois que endurece. O tártaro fixa no dente, podendo destruí-lo gradativamente.

Câncer bucal – Em alguns casos, os tumores se iniciam a partir de lesões causadas, por exemplo, por próteses mal adaptadas. Em um ambiente muito favorável a infecções, eles evoluem.

Quando as infecções bucais não são tratadas, elas contribuem para o surgimento de doenças em outras partes do corpo, pois se espalham pela corrente sanguínea. Há relação com condições como a pneumonia, a artrite reumatóide, doenças respiratórias, disfunção erétil e até mesmo Alzheimer. Além disso, elas podem trazer complicações a pacientes com outras doenças como o diabetes e problemas de coração. Algumas das consequências na saúde de outras partes do corpo são:

Endocardite Bacteriana – Ocorre quando as bactérias que entram no sistema sanguíneo atingem o coração. Caso a pessoa já tenha predisposição a doenças cardiovasculares, o cuidado deve ser redobrado.

Diabetes – Quem tem diabetes é mais propenso a desenvolver problemas de saúde bucal. Ao mesmo tempo, esses problemas agravam a condição, pois afetam o controle da glicose. Em pessoas com pré-diabetes, doenças bucais podem contribuir para que evolua para diabetes tipo 2.

Complicações no Parto – As gestantes têm mais chances de desenvolver doenças periodontais, pois enjoos e náuseas dificultam a execução dos processos de higienização. As bactérias podem antecipar o parto, estimulando as contrações e a dilatação do colo uterino e até mesmo reduzindo o peso do bebê.

Além de evitar todas essas complicações de saúde, cuidar dos dentes diminui as chances de contrair o Covid-19. Isso porque dessa forma os anticorpos continuam funcionando normalmente, aumentando a resistência ao vírus.

Mantenha bons hábitos de higiene, como a escovação dos dentes após as refeições, o uso de pasta de dente com flúor, o uso do fio dental, fazendo a limpeza da língua, cuidando da alimentação, entre outras coisas. E o mais importante: visite seu dentista regularmente, pelo menos uma vez a cada 6 meses.

Qual é a diferença entre gastrite e úlcera?

Mal estar estomacal pode ser algo recorrente, ainda mais em situações adversas de má alimentação ou estresse, por exemplo. Mas quando esse quadro torna-se preocupante? Sintomas como queimação no estômago e a sensação de azia afetam nosso dia a dia e, principalmente, nosso rendimento cotidiano. O grande problema é que podem indicar uma gastrite ou, pior, uma úlcera! Você sabia que existem 8 tipos principais desses problemas estomacais?

A Gastrite em si é uma inflamação da camada interna do estômago (epitélio), como um resultado de agressões repetidas ao longo do tempo. Podem ter origens diversas como uso prolongado de alguns medicamentos (como antiinflamatórios), consumo excessivo de álcool, cigarro e também estresses físicos ligados a fatores emocionais. Outro fator muito importante e grave é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori e algumas parasitoses. 

A Úlcera é um estágio mais avançado e preocupante da Gastrite. Esse quadro provoca feridas no estômago, no esôfago ou no duodeno, causando dores e desconforto ainda mais intensos. As consequências podem ser complicadas, portanto, é um problema que demanda muita atenção.

Tratando-se da Gastrite, existem 5 principais tipos que aparecem com mais frequência:

  1. Gastrite Aguda: causada pela bactéria Helicobacter pylori. Os sintomas, geralmente, são dor, mal estar, náuseas e vômito acompanhados de dor no estômago.
  2. Gastrite Nervosa: surge em situações de estresse, irritabilidade e ansiedade extrema. Possui os mesmos sintomas da gastrite aguda.
  3. Gastrite Crônica: É caracterizada por ter um longo período de duração. Com o passar do tempo, a inflamação da parede estomacal aumenta, causando ainda mais desconforto, podendo ser considerada como atrofia gástrica. Os principais sintomas geralmente são indigestão, vômitos, sensação de queimação no estômago e inchaço abdominal. 
  4. Gastrite Enantematosa: essa inflamação pode ser ocasionada por bactérias, alcoolismo, doenças autoimunes e também pelo uso excessivo de medicamentos. Os sintomas são iguais aos outros tipos de gastrite.
  5. Gastrite Eosinofílica: ocorre um aumento de células imunes no estômago, que causa inflamação e todos os outros sintomas já citados. É comum que aconteça em pessoas com quadros alérgicos.

Quando a situação se agrava, nota-se a úlcera gástrica: uma ferida instalada na parede do estômago. Em comparação à gastrite, as dores são mais incômodas e mais intensas. Nesses casos, existem 3 principais tipos recorrentes

1) Úlcera Gástrica: ocorre dentro do estômago;

2) Úlcera Esofágica: acontece no esôfago

3) Úlcera Duodenal: presente na parte superior do intestino delgado. 

Todos eles apresentam como sintomas a sensação de inchaço após a ingestão de líquidos, a fome e a sensação de vazio no estômago, náusea ou vômito e dores no estômago. Além disso, também podem acontecer fezes escuras ou com sangue, fadiga, dor no peito e perda de peso.

Confira algumas dicas e orientações para evitar o aparecimento desse mal estar (e do desenvolvimento de Gastrites e Úlceras):

  • Mastigue bem os alimentos e lembre-se de não ingerir líquidos junto às refeições (o indicado é somente após uma hora);
  • Não esqueça de comer de 3 em 3 horas em pequenas quantidades;
  • Evitar alimentos muito ácidos, muito quentes ou muito frios;
  • Consuma pelo menos 2 litros de água por dia para um bom funcionamento do organismo;
  • Evite bebidas alcoólicas, café, chá, chocolate, água gaseificada e refrigerantes;
  • O tabagismo é um grande vilão: evite;
  • Evite molhos apimentados e condimentos picantes em geral como massa de tomate, molho inglês, picles, vinagre, mostarda, etc;
  • Substitua frituras em geral: ovos, bolinhos, carne à milanesa, farofa e todos os tipos de carne com muita gordura como salame, linguiça, salsicha, frios em geral, carne de porco, carnes enlatadas e frutos do mar (como marisco, ostra, camarão e lagosta);
  • Dê um tempo na ingestão de feijão, ervilha, lentilhas, vagem e verduras e legumes crus. Opte por alimentos como legumes ou verduras refogadas, frutas com pouca acidez como a maçã, a banana e a goiaba, e também carnes com pouca gordura, como o peixe e o frango.
  • Diminua a quantidade de açúcar e doces muito concentrados, como goiabada, doce de leite, doces em calda;
  • Atenção ao excesso de medicamentos, como antiinflamatórios.

Sempre que sentir sintomas e incômodos, busque pela ajuda de especialistas! Antes de começar qualquer tratamento, consulte um(a) médico(a) e siga as orientações profissionais. Gastrite e Úlcera são problemas cada vez mais recorrentes mas podem ser minimizados com os cuidados certos.

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Quando foi seu último check-up?

A melhor estratégia contra as doenças é se prevenir delas! Muitas podem ser descobertas logo no início, minimizando as consequências a longo prazo. De acordo com especialistas, o diagnóstico precoce aumenta a probabilidade de cura e ameniza a necessidade de tratamentos mais complexos. Por isso, o check-up completo anual deve ser seguido com consciência.

Essa bateria de exames é recomendada principalmente para pessoas acima dos 35 anos, mas em casos em que o histórico familiar demanda mais atenção, essa periodicidade pode ser iniciada antes. São feitas checagens simples, que, quando realizadas da forma e no intervalo de tempo corretos, são eficientes na tarefa da prevenção. O fundamental é que, independente de uma faixa etária específica ou de precedentes na família, todos precisam ser incentivados a fazer o check-up.

Alguns fatores de risco potencializam essa necessidade, como sedentarismo, sobrepeso, tabagismo, má alimentação, ser portador ou ter histórico de doenças crônicas na família, e apresentar sintomas frequentes, como dores no corpo, fadiga, palpitação, ganho ou perda de peso repentina, dentre outros.

O check-up é fundamental para o diagnóstico precoce de doenças importantes e recorrentes na sociedade em geral, como hipertensão, diabetes e a maioria dos tipos de câncer. Além disso, muitas ocorrências patológicas que são assintomáticas podem ser diagnosticadas nos exames. 

Aliado a hábitos saudáveis, as checagens de rotina melhoram a qualidade de vida, tanto do indivíduo quanto da sua família. Ao iniciar o check-up anual, a ação vale como alerta e lembrete para que pessoas próximas também atualizem seus exames e mantenham-se bem.

Antes de começar essa jornada em prol da saúde, sempre consulte os especialistas. Geralmente,a primeira solicitação dos exames é feita por um(a) Clinico (a) Geral ou Médico(a) da Família. Mas é fundamental descobrir qual será a melhor abordagem para as suas necessidades e as indicações ideais entre os segmentos de atuação dos médicos.

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Dores nos dentes e ansiedade? Pode ser bruxismo!

Dores nos dentes e nas mandíbulas podem significar vários problemas, dependendo da situação e do organismo de cada. Uma das possibilidade é o bruxismo, uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dentário. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula (ATM). 

As causas podem estar ligadas a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade, apneia do sono ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo. Sabe-se que esse incômodo atinge 15% das crianças e afeta indistintamente homens e mulheres. A incidência tende a diminuir conforme a idade avança mas não é exatamente um padrão. 

O diagnóstico do bruxismo é clínico. Para identificar o problema, é possível contar com a ajuda de pessoas que convivam com o paciente, para verificar se o ranger dos dentes acontece durante o sono. A própria pessoa também pode notar os sinais, como acordar com dor ou, em casos já bastante avançado, perceber desgastes nos dentes. Mas somente um especialista poderá dar o parecer definitivo. Quando isso acontecer, o profissional observará essa característica física dentária, fratura de restauração ou de dente, língua marcada pelos dentes e/ou linha branca na parte interna da bochecha.

O controle do bruxismo depende do grau de seriedade e deve ser feito em conjunto entre dentistas, médicos e psicólogos. Entre as formas de tratamento, é comum a indicação de uso de placas estabilizadoras, medicamentos, acupuntura. Sempre procure por profissionais para obter o diagnóstico correto e para colocar o tratamento ideal em prática!

Confira mais informações no blog oficial do Ministério da Saúde e cuide-se!

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Fuja das dietas milagrosas!

31 de agosto – Dia Nacional do Nutricionista //

Controlar a alimentação faz parte do processo de autocuidado para manter-se saudável. Mas nem sempre é uma tarefa fácil. É nesse momento que muitas pessoas são atraídas pelas “dietas milagrosas”, que prometem perdas de peso em tempo recorde. O que essas tentações escondem é que fazem o efeito contrário: prejudicam sua saúde e mentem sobre os resultados, seja a curto ou longo prazo.

Uma dieta adequada deve ser pensada e planejada para cada indivíduo, atendendo às suas necessidades, gastos de energia, gostos pessoais, enfermidades, hábitos e rotinas. As propostas de emagrecimento que aparecem de forma recorrente nas redes sociais e em toda a internet geralmente indicam restrições específicas de determinados alimentos, privilegiando outros. O que você pode experimentar colocando essas orientações em prática é uma perda de peso que faz mal ao seu corpo e, posteriormente, causará o famoso “efeito sanfona”, trazendo os quilos de volta junto de possíveis problemas de saúde.

Para conquistar saúde e qualidade de vida, é fundamental investir em:

– Uma alimentação regrada e assistida por profissionais da área

– Realizar atividades físicas regularmente, sempre sugeridas e supervisionadas por especialistas, que sejam adequadas ao seu objetivo e ao seu corpo;

Foco e metas reais a serem alcançadas, sem ideias mirabolantes de correr contra o tempo e contra o funcionamento do seu organismo;

Paciência e disciplina para entender como você funciona e acompanhar os resultados a longo prazo, usufruindo tanto da estética desejada quanto da saúde recuperada!

Nunca inicie um processo de mudança radical da alimentação sem orientação médica e nutricional. É papel desses profissionais te ajudar a fazer com que a sua vida se torne melhor desde o momento em que decidir mudar o seu futuro. Hoje, 31 de agosto, celebramos o Dia Nacional do Nutricionista e devemos valorizar cada dia mais o trabalho desses especialistas. Em uma sociedade em que a saúde se deteriora a passos largos e rápidos, cuidar do funcionamento ideal do corpo é essencial, aumentando nossa disposição, ânimo, produtividade e qualidade de vida! Fica aqui o nosso agradecimento e o incentivo a que eles sejam sempre procurados, consultados e, principalmente, ouvidos!

29 de agosto – Dia Nacional de Combate ao Fumo

Apesar de toda a informação e campanha sobre os malefícios do cigarro, hoje no Brasil cerca de 11% da população é fumante e mais de 200 mil mortes acontecem em decorrência desse consumo.

O cigarro comum é composto por mais de 4.000 substâncias tóxicas e existem três que são consideradas as mais agressivas: nicotina, que provoca dependência e está associada aos problemas cardiovasculares; o monóxido de carbono (CO), que reduz a oxigenação sanguínea no corpo, gerando dores de cabeça, após passar várias horas sem fumar; e o alcatrão, que reúne vários produtos cancerígenos, como polônio, chumbo e arsênio.

As doenças relacionadas ao fumo matam mais de 5 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em si, o tabagismo já é uma doença independente (dependência de nicotina) que tem como consequência várias enfermidades, como vários tipos de câncer (pulmão, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia), doenças do aparelho respiratório (enfisema pulmonar, bronquite crônica, asma, infecções respiratórias) e doenças cardiovasculares (angina, infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, aneurismas, acidente vascular cerebral, tromboses). Há ainda outros problemas relacionadas, como úlcera do aparelho digestivo, osteoporose, catarata, impotência sexual no homem, infertilidade na mulher, menopausa precoce e complicações na gravidez.

Os produtos derivados do tabaco, que incluem, além do cigarro, narguilé, cigarro eletrônico e com sabores, cachimbos e charutos, ainda são bastante consumidos no Brasil e no mundo. Apesar de tantos avisos e campanhas de combate ao fumo, como acontece especialmente no dia 29 de agosto, o vício persiste e se alastra.

De acordo com dados da OMS, a epidemia de tabagismo continua sendo uma das maiores ameaças à saúde pública que o mundo já enfrentou. Os produtos de tabaco matam 2 em cada 3 de seus consumidores e afetam também a saúde de pessoas que não fumam, mas inalam a fumaça de produtos de tabaco de terceiros (fumantes passivos). Em média, cada fumante tem uma redução da expectativa de vida, sendo 6,71 anos de vida para mulheres e 6,12 anos para homens. Mais de 500 pessoas morrem diariamente em consequência do cigarro mata e quase 160 mil fatalidades podem ser evitadas quando o consumo é encerrado.

Em 2018, houve uma redução de 40% no número de fumantes brasileiros (dados da OMS). Quem quer parar de fumar, independente da idade e de há quanto tempo tem esse hábito, deve buscar acompanhamento com profissionais de saúde, praticar atividade física, estabelecer uma dieta balanceada, aumentar a ingestão de líquidos. 

Você sabia que 1/4 da população brasileira é hipertensa?

A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias e afeta cerca de 24,7% da população brasileira, de acordo com o Ministério da Saúde.

É considerada “alta” quando os valores máximo e mínimo são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9). É o problema médico mais comum em toda a população mundial e afeta principalmente os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar a paralisação dos rins.

Geralmente a hipertensão é uma doença que não apresenta sintomas alarmantes ou claramente identificáveis, e isso faz dela uma doença perigosa. Por isso é chamada de doença “silenciosa”. As pessoas que sofrem de casos mais graves têm sintomas mais claros quando a pressão se eleva demasiadamente, como dores no peito, dores de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada, palpitações e sangramento nasal.

É uma enfermidade que aumenta sua probabilidade de ocorrência conforme a idade, que pode ter causas hereditárias mas também apresenta outros agentes causadores. A prevenção está ligada a uma dieta equilibrada e a realização de atividades físicas. É importante destacar que um dos principais vilões da doença é sódio, principal componente do sal de cozinha. A recomendação é reduzir o consumo excessivo desse tempero, já que os brasileiros ingerem em média 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido (5g) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além da má alimentação, com excessos de sal e gordura, outros fatores também interferem diretamente nesse diagnóstico:

  • Obesidade;
  • Uso de determinados medicamentos;
  • Estresse;
  • Sedentarismo;
  • Tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.

O Ministério da Saúde recomenda, para combater a hipertensão, a adoção de um estilo de vida saudável desde a infância até a terceira idade e a realização dos exames de saúde rotineiros pelo menos uma vez no ano para checagem regular da pressão e demais fatores de risco. 

A doença é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca, problemas visuais, impotência e arteriosclerose. 

A hipertensão não tem cura, mas tem tratamento, sendo que somente profissionais da saúde habilitados poderão determinar o melhor tipo de tratamento para cada paciente. Consulte sempre um especialista para receber o diagnóstico correto e seguir um plano adequado. A doença pode ser controlada e interferir menos na rotina do paciente.

Pele e inverno: saiba como se cuidar

Durante o inverno, vários fatores no ambiente se transformam: a umidade do ar fica mais baixa e as temperaturas mais frias fazem com que a transpiração corporal diminua. Outro fato como é tomarmos banhos mais quentes, que provocam uma remoção da oleosidade natural de forma mais intensa, diminuindo a camada lipídica que retém a umidade da pele.  Esses detalhes fazem com que a pele fique mais seca, criando uma situação propícia para consequências desagradáveis

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o clima frio e seco do inverno pode deixar a pele,tanto do rosto quanto do restante do corpo, com aspecto esbranquiçado, o que indica a desnaturação das proteínas. Para evitar essas situações é importante fazer hidratações corporais mais profundas e constante e, principalmente, investir em uma alimentação rica em vitaminas e antioxidantes, o que pode trazer benefícios em longo prazo.

Tratando-se de uma dieta adequada, o ideal é comer legumes, hortaliças e frutas, alimentos que são fontes de vitaminas e minerais que neutralizam os radicais livres, que ajudam na prevenção do envelhecimento da pele. Falando em vitaminas, C e E são as mais importantes nesse processo. 

Frutas ricas em vitamina C, como o morango, a laranja, a mexerica, o limão e a cereja, e vegetais, como o brócolis, o repolho e a cenoura, são excelentes opções para o inverno e para cuidar da pele de dentro para fora. Um item que você deve cogitar também é a soja: um alimento rico em isoflavonas (substâncias que evitam o ressecamento e melhoram a elasticidade da pele). 

Sobre a vitamina E, inclua castanhas, nozes e amêndoas, que além de serem ricas nesse componente, também fornece selênio e antioxidantes, que são itens importantes na batalha pela pele saudável. 

A ingestão de água é fundamental para cuidar da pele. É comum que esse hábito fique esquecido durante o inverno mas é algo que não deveria acontecer. Beber água é muito importante para conservar a hidratação do organismo que, naturalmente, fica debilitado por causa do clima frio. Um corpo saudável e com a ingestão adequada de água reflete em um pele jovem e elástica por mais tempo!

E aqui vão algumas dicas destacadas pela SBD:

  • Beba no mínimo 2 litros de água por dia.
  • Evite banhos quentes e muito demorados e evite se ensaboar demais ou usar buchas, que também contribuem para alterar a composição do manto hidrolipídico (hidratante natural produzido pelo organismo) que protege a pele.
  • Use o hidratante logo após sair do box – ainda no banheiro – com aquele vaporzinho pós-banho, que ajuda na penetração do creme.
  • Para peles oleosas, e acneicas, evite hidratante comum no rosto, use oil free nas áreas de maior oleosidade (rosto e tórax).
  • Os lábios também costumam ressecar muito no inverno. É importante usar hidratantes específicos para essa região e, assim, evitar rachaduras.
  • Use filtro solar diariamente, mesmo que não haja exposição direta ao sol.

Em casos mais específicos e intensos de problemas dermatológicos, busque orientação de um especialista! Se seu caso é de uma pele já sensível, ressecada, avermelhada ou apresentando alguma lesão, é fundamental conversar com um médico dermatologista para ter acesso a um diagnóstico correto e descobrir a melhor forma de tratamento. Esse profissional é quem vai ter o conhecimento necessário para orientar sobre os produtos mais adequados para o seu tipo de pele.

Para saber mais detalhes sobre problemas e doenças mais prováveis de acontecerem no inverno, acesse o site da Sociedade Brasileira de Dermatologia.