Fiquem atentos às diferenças entre alergias respiratórias e a Covid-19

Com as mudanças de temperatura, alguns sintomas podem aparecer e confundir sua cabeça, principalmente agora! O Brasil está entrando nos meses que habitualmente registra o maior número de doenças respiratórias. “Nas estações de outono e inverno há aumento da frequência de infecções virais (gripe e resfriado) e bacterianas, como amigdalite, otite, sinusite, assim como aumento de crises de asma e piora da rinite alérgica”, explica a médica Marta de Fátima Rodrigues da Cunha Guidacci, membro da Comissão de Políticas de Saúde da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). 

Geralmente, na gripe, que dura de cinco a sete dias, os sintomas são abruptos, intensos, febre alta, mal-estar generalizado, mialgia e pode complicar para uma sinusite e pneumonia. Já os resfriados, que duram em média três dias, causam coriza, mal-estar leve, febre baixa.

De acordo com a médica  Marta de Fátima, “Outras doenças respiratórias podem debilitar os pacientes, principalmente os idosos, pessoas com comorbidades e imunodeprimidos”. Independente dos sintomas apresentados, a atenção deve ser redobrada em casos de febre por mais de 48 horas, falta de ar, esforço para respirar, pele pálida ou azulada, náuseas e vômitos. Ou sonolência excessiva, em caso de crianças e idosos.

Listamos alguns dos principais sintomas de alergias respiratórias (como rinite, por exemplo) e Covid-19 para orientar superficialmente à conscientização de quem está preocupado com alguma situação semelhante:

ALERGIA RESPIRATÓRIA 

Coceira nasal

Obstrução nasal

Espirros em salvas (com repetições sem intervalos)

Nota-se uma piora dos sintomas quando o paciente entra em contato com poeira, mofo, pólen, entre outros)

COVID-19

Febre constante por 48h

Dor na garganta

Falta de ar

Diarréia

Tosse seca e persistente

Alteração (ou ausência) no olfato e no paladar

Consulte sempre um médico para confirmar ou descartar suspeitas. Tratando-se da Covid-19, evite a superlotação dos hospitais e clínicas de saúde sem necessidade nesse momento. Cuide-se e fique em casa!

Cuide da saúde do seu lar

Manter sua casa limpa é fundamental para o controle da pandemia do Covid-19. É importante saber que algumas medidas caseiras podem auxiliar nessa prevenção. A primeira, e importante, dica é que esse novo coronavírus pode ser morto com produtos de limpeza desinfetantes, como álcool 70%, água sanitária e até mesmo a simples mistura de água e sabão.

Por esse motivo, é de grande importância lavar com frequências as mãos e o pulso, com água e sabão, ou mesmo com álcool em gel. Você pode optar pela mistura de álcool e água sanitária para limpar todas as superfícies .

É fundamental lavar os cobertores e travesseiros de uso comum pelo menos uma vez por mês e limpar o sofá, utilizando um aspirador ou um paninho com vinagre.

Além disso, as toalhas, principalmente as de mão, compartilhadas no banheiro, também devem ser lavadas, pelo menos uma vez por semana. Os germes adoram o ambiente úmido e quente do banheiro e podem permanecer vivos na toalha por várias horas.

O teclado do computador pode contribuir para a disseminação dos germes, principalmente se ele for partilhado entre os familiares ou no escritório. Para retirar a sujeira que se acumula entre as teclas, utilize um secador de cabelo e para desinfetá-las, assim como para o celular, faça uso de um pano umedecido com álcool isopropílico e lembre-se de incluir essa tarefa na sua rotina diária.

Fique com algumas dicas a mais para cuidar da sua saúde em ambientes compartilhados com mais pessoas:

– Se tiver algum paciente em isolamento, por precaução, é recomendada a higienização de superfícies que ele possa tocar com álcool 70% ou água sanitária;

– Manter o ambiente arejado, com janelas abertas, para diminuir a carga de vírus no ambiente.

Higiene do celular:

– É recomendada a limpeza com álcool 70% se usar o aparelho ou após tocar em superfície que possa estar contaminada, como um corrimão.

No trabalho:

– Pessoas com gripe ou resfriado devem ser afastadas;

– Elevador deve ser evitado se algum passageiro estiver resfriado ou gripado.

Durante isolamento domiciliar de paciente com Covid-19:

– Se possível, usar banheiro separado. Se tiver apenas um banheiro, lavar as mãos antes e depois do uso;

– Pacientes com coronavírus podem circular pela casa, desde que usem máscaras e estejam com as mãos limpas;

– Visitas devem ser evitadas;

– O lixo deve ser descartado normalmente;

– Separar utensílios de uso pessoal do paciente, como copo, pratos, talheres e toalha de banho;

– As roupas do paciente podem ser lavadas juntas com as dos demais moradores da casa.

Pessoa usando Álcool Gel

Fiquem atentos à higiene pessoal

Uma das principais armas para combater e evitar a transmissão deste, e de outros vírus, é velha conhecida de todos: a higiene. Segundo médicos infectologistas e sanitaristas, a principal recomendação é lavar as mãos ou usar álcool gel 70% sempre que tocar em alguma superfície que possa estar contaminada, como após usar o transporte público, antes das refeições ou após ir ao banheiro. Assim, a possibilidade de contrair o novo coronavírus diminui. A principal recomendação é não sair de casa, a não ser que seja extremamente necessário.

Mas também é preciso aprender a forma correta de tossir ou espirrar, evitando o uso das mãos e dando preferência a papel descartável, que deve ser jogado no lixo após o uso e não deixado sobre o sofá ou a mesa de trabalho, por exemplo.

Além da higienização e do cuidado ao tossir ou respirar, infectologistas também recomendam evitar os cumprimentos com beijos, abraços e apertos de mãos, ações que são muito comuns entre os brasileiros. Para evitar um possível contágio, a recomendação é trocar o toque por um cumprimento à distância ou um aceno de mão.

A recomendação é realmente evitar os cumprimentos com toque porque a transmissão comunitária do coronavírus já está acontecendo há algumas semanas.

Fiquem atentos às orientações de higiene e comportamento:

Ao tossir ou espirrar:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso;

– Se não tiver papel, colocar o nariz e a boca na dobra do cotovelo.

Ao higienizar nariz e boca:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso para evitar que outras pessoas entrem em contato .

Lavagem das mãos ou higienização com álcool gel:

– Antes das refeições;

– Após ir ao banheiro;

– Depois de usar o transporte público: trem, metrô ou ônibus;

– Após tocar em algo que uma pessoa contaminada possa ter tocado também;

– Se estiverem com aparência de sujas, a recomendação é lavar com água e sabão, e não apenas álcool gel.

Distância mínima de pessoas resfriadas ou com gripe:

– De um a dois metros, pois a transmissão é por gotículas eliminadas pelas vias respiratórias.

Cumprimentos:

– Beijos, apertos de mão e abraços devem ser evitados.

Uso de máscaras:

– Pacientes com gripe ou resfriado devem usar quando tiverem que sair para ir ao médico, por exemplo;

– Pacientes com COVID-19 em isolamento domiciliar devem usar quando estiverem no mesmo ambiente com outra pessoa, que deve usar máscara também;

– Profissionais de saúde devem usar durante o período de trabalho;

– As máscaras devem ser descartadas após duas horas de uso;

– Pessoas saudáveis não precisam usar.

Mulher segurando frutas

Você sabe usar sua alimentação a seu favor?

Para fortalecer o sistema imunológico, prevenindo o desenvolvimento de algumas doenças e ajudar o corpo a reagir àquelas que já se manifestaram, é importante comer mais alimentos ricos em vitaminas e minerais, diminuir o consumo de fontes de gordura, açúcar e industrializados, com corantes e conservantes, e pode ser indicado tomar remédios ou suplementos que aumentam a imunidade.

A alimentação é importante para o bom funcionamento do sistema imune e os alimentos ricos em ômega-3, selênio, zinco, probióticos, vitaminas A, C e E são os mais indicados para aumentar o sistema imune, já que favorecem a produção das células de defesa do organismo de forma mais eficiente. Alguns exemplos são:

Ômega-3: sardinha, salmão, arenque, atum, sementes de chia, nozes e linhaça;

Selênio: castanha do pará, trigo, arroz, gema de ovo, sementes de girassol, frango, pão de forma, queijo, repolho e farinha de trigo;

Zinco: ostras, camarão, carne de vaca, frango, peru e peixe, fígado, gérmen de trigo, grãos integrais e frutos secos (castanha, amendoim e castanha do Pará);

Vitamina C: laranja, tangerina, abacaxi, limão, morango, melão, mamão, manga, kiwi, brócolis, tomate, melancia e batata com casca;

Vitamina E: sementes de girassol, avelã, amendoim, amêndoas, pistache, manga, azeite de oliva, molho de tomate, azeite de girassol, nozes e mamão;

Vitamina A: cenoura, batata doce, manga, espinafre, melão, acelga, pimentão vermelho, brócolis, alface e ovo;

Probióticos: iogurte natural, leite fermentado tipo kefir ou Yakult para manter a saúde intestinal.

Por mais simples que pareça acrescentar esses itens à sua alimentação, consulte sempre um médico ou nutricionista para introduzir os alimentos e mantenha o acompanhamento com esses profissionais.

Além disso, manter um estilo de vida saudável também é uma das melhores estratégias para manter o sistema natural de defesa do corpo sempre forte e eficiente e por isso é recomendado não fumar, comer alimentos saudáveis, praticar exercícios físicos leves ou moderados de forma regular, ter o peso adequado, dormir de 7 a 8 horas por noite, evitar o estresse e consumir bebidas alcoólicas com moderação. Estes hábitos devem ser seguidos por todos ao longo da vida, não somente em momentos em que a pessoa encontra-se doente ou com facilidade para adoecer. 

Corretora de Seguros RJ

Sintomas de falta de vitamina A

Os primeiros sintomas de falta de vitamina A são dificuldade para adaptar-se à visão noturna, pele seca, cabelo seco, unhas quebradiças e diminuição do sistema imunológico, com o aparecimento frequente de gripes e infecções.

A vitamina A é pode ser encontrada em alimentos como abóbora, cenoura, mamão, gema de ovo e fígado, e o organismo de um adulto é capaz de armazenar um estoque de até 1 ano desta vitamina no fígado, enquanto nas crianças esse estoque dura apenas algumas semanas.

Diante de uma deficiência, os sintomas de falta de vitamina A incluem:

  • Cegueira noturna;
  • Gripes e resfriados constantes;
  • Acne;
  • Pele, cabelo e boca secos;
  • Dor de cabeça;
  • Unhas quebradiças e que se descamam facilmente;
  • Falta de apetite;
  • Anemia;
  • Diminuição da fertilidade

A deficiência de vitamina A é mais comum em pessoas com desnutrição, idosos e em casos de doenças crônicas, como a doença inflamatória intestinal.

Quando o risco de deficiência é maior

Como a vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, doenças que afetam a absorção de gordura no intestino também acabam reduzindo a absorção de vitamina A. Assim, problemas como fibrose cística, insuficiência pancreática, doença inflamatória intestinal, colestases ou casos de cirurgia bariátrica por bypass do intestino delgado, aumentam o risco de causar uma deficiência de vitamina A.

Além disso, o consumo excesso de álcool reduz a conversão de retinol para ácido retinoico, que é a forma ativa de vitamina A e a qual desempenha suas funções no organismo. Assim, o alcoolismo também pode ser uma causa do aparecimento de sintomas de falta desta vitamina.

Quantidade recomendada por dia

A quantidade de vitamina A recomendada por dia varia de acordo com a idade, como mostrado a seguir:

  • Crianças menores de 6 meses: 400 mcg
  • Crianças de 7 a 12 meses: 500 mcg
  • Crianças de 1 a 3 anos: 300 mcg
  • Crianças de 4 a 8 anos: 400 mcg
  • Crianças de 3 a 13 anos: 600 mcg
  • Homens maiores de 13 anos: 1000 mcg
  • Mulheres maiores de 10 anos: 800 mcg

Em geral, uma alimentação saudável e variada é suficiente para suprir as recomendações diárias de vitamina A, sendo importante só tomar suplementos desta vitamina de acordo com a orientação do médico ou do nutricionista.

Corretora de Seguros RJ

O que é choque anafilático, sintomas e como tratar

O choque anafilático, também conhecido como anafilaxia ou reação anafilática, é uma reação alérgica grave que surge poucos segundos, ou minutos, após se estar em contato com uma substância a que se tem alergia, como camarão, veneno de abelha, alguns medicamentos ou alimentos, por exemplo.

Nestes casos, os sintomas surgem rapidamente e incluem:

  • Dificuldade em respirar com chiado;
  • Coceira e vermelhidão na pele;
  • Inchaço da boca, olhos e nariz;
  • Sensação de bola na garganta;
  • Dor abdominal, náuseas e vômitos;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tonturas e sensação de desmaio;
  • Suores intensos;
  • Confusão.


Devido à gravidade dos sintomas e ao risco aumentado de ficar sem conseguir respirar, é importante iniciar o tratamento o mais rápido possível para evitar colocar em risco a vida da vítima. Veja que outros tipos de choque existem e quais os seus sintomas.

Nestes casos, deve-se chamar imediatamente uma ambulância, ligando o 192, manter a calma e deitar a vítima de lado, caso desmaie, como indicado nos primeiros socorros para esta situação.

Como é feito o tratamento

O tratamento para o choque anafilático deve ser feito o mais depressa possível no pronto-socorro ou em um hospital, com a injeção de adrenalina e o uso de uma máscara de oxigênio para ajudar na respiração.

Nos casos mais graves, em que o inchaço da garganta impede a passagem do ar para os pulmões, é necessário realizar uma cricotireoidostomia, que é um procedimento cirúrgico em que é realizado um corte na garganta, que possibilita manter a respiração, de forma a evitar alterações cerebrais graves.

Após o tratamento pode ser necessário que o paciente fique algumas horas internado no hospital para observar todos os sinais e sintomas, evitando que o choque anafilático volte a surgir.

O que fazer se já teve um choque anafilático

Após ter um choque anafilático é recomendado consultar um alergologista para identificar a substância que está provocando uma reação alérgica tão grave. Normalmente, as substâncias que provocam este tipo de choque incluem:

  • Alguns remédios, como Penicilina, Aspirina, Ibuprofeno ou Naproxeno;
  • Comida, como amendoins, nozes, amêndoas, trigo, peixes, marisco, leite e ovos;
  • Picadas de insetos, como abelhas, vespas e formigas.


Em casos menos frequentes, o choque também pode acontecer quando se está em contato com látex, alguns medicamentos usados em anestesias ou contraste utilizados em exames de diagnóstico.

Após identificar qual a causa da reação alérgica, o mais importante é evitar voltar a estar em contato com essa substância. Porém, nos casos em que há maior risco de vida ou quando é muito difícil evitar o contato com a substância, o médico também pode prescrever uma injeção de Epinefrina que deve andar sempre junto da pessoa com alergia, podendo ser usada sempre que os primeiros sintomas de choque aparecem.

Estas substâncias nem sempre causam choque anafilático, podendo apenas provocar reações alérgicas, a que se deve estar atento, para evitar complicações. Saiba quais os sintomas mais comuns de alergia.

Corretora de Seguros RJ

Os perigos da automedicação

Paracetamol, dipirona, aspirina, soro de nariz. Conheça os efeitos colaterais ocultos de remédios tomados como se fossem balinhas

Muita gente tem uma farmácia particular de remédios sem tarja (ou de plantas medicinais) para lidar com contratempos como dor de cabeça, coriza e resfriado. Mas a automedicação começa a se tornar um problema sério quando vira rotina. Ou então, que ninguém nos ouça, se tiver remédio tarjado nesse balaio. Não só porque sintomas recorrentes podem indicar algo mais sério, mas porque todo medicamento tem potencial nocivo quando corre solto nas suas veias. Hora de saber mais sobre a vida secreta das drogas autoprescritas mais populares do Brasil.

Paracetamol

EFEITOS DESEJADOS: O remédio diminui o envio de mensagens aos receptores de dor e atua na regulação da temperatura do corpo, baixando a febre. Quando o paracetamol é metabolizado pelo fígado, uma pequena parte se transforma em uma substância tóxica, a NAPQI, que na maioria dos casos é rapidamente eliminada.

EFEITOS INDESEJADOS: Para adultos, a partir de 4 gramas por dia ou 1 g de uma vez só, o fígado pode não dar conta de toda a NAPQI produzida. Nesse caso, aumenta o risco de lesões irreversíveis e falência do órgão. As crianças são ainda mais vulneráveis.

Parte das overdoses de paracetamol é intencional, mas existe um grande número de pessoas que passa da medida sem perceber. Ou porque acha que a droga é 100% segura — e nenhuma é — ou por desconhecer que muitos outros remédios para dor, coriza, febre, alergia e inflamação contêm o princípio ativo.

Digamos que você tome um Tylenol para febre (750 mg de paracetamol) e um Resfenol (400 mg) para coriza, congestão nasal e outros desconfortos do resfriado. É 1,55 grama por dose, o que já traz riscos para o fígado, já que o órgão metaboliza melhor até 1 grama de cada vez.

Bom, essa dosagem quatro vezes ao dia dá 6,2 gramas, enquanto o ideal para não sobrecarregar o fígado é de 4 gramas para baixo. Se você ainda por cima mandar aquele remedinho para relaxar a musculatura depois de um dia tenso no trabalho, a conta aumenta.

Um comprimido de Torsilax, o décimo medicamento mais vendido no Brasil em 2015 e o segundo em faturamento, coloca 300 mg de paracetamol a mais na sua corrente sanguínea. Se suas noites forem frequentemente banhadas a três doses de álcool, o fígado, que a essa altura estará tomando uma lavada das NAPQIs, vai pedir para sair. Tomar paracetamol para curar ressaca, então, é apagar fogo com gasolina.

Em 2011  e 2014 , o FDA alertou os médicos para que deixem de prescrever drogas que contenham mais de 325 mg de paracetamol em combinação com outras substâncias. É uma tentativa de desestimular o consumo casado, de mais de um remédio com o mesmo princípio ativo, que pode levar a uma overdose acidental.

Dipirona, mucato de isometepteno e cafeína

EFEITOS DESEJADOS: A dipirona diminui a dor e a febre, o isometepteno e a cafeína reduzem o calibre dos vasos sanguíneos do cérebro, enfraquecendo a dor.

EFEITOS INDESEJADOS: Não precisa nem exagerar no consumo para se expor a dois efeitos colaterais raros, mas potencialmente fatais da dipirona. Um é a diminuição da quantidade de células do sangue, como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.

Outro, especialmente em asmáticos, é o choque anafilático, reação alérgica grave que pode acontecer mesmo em quem está acostumado a usar a medicação. Esses riscos levaram muitos países a proibir a dipirona, como os EUA e a Austrália.

Outro problema com os remédios contra dor de cabeça é que eles podem diminuir a capacidade do corpo de liberar endorfinas, nossos analgésicos interiores. O uso exagerado cria resistência, quando é preciso uma dose maior para surtir efeito, e mascara outros distúrbios, que se tornam crônicos. Por exemplo, se o incômodo vem de uma sinusite mal curada, o comprimido alivia o sintoma, mas não resolve a causa. A ­inflamação na face vai ficando cada vez mais difícil de tratar. E a dor só piora.

Dipirona, citrato de orfenadrina e cafeína

EFEITOS DESEJADOS: A dipirona e a cafeína reduzem a dor e a orfenadrina inibe os comandos de contração involuntária dos músculos, produzindo relaxamento.

EFEITOS INDESEJADOS: Além dos problemas da dipirona, a superdosagem de orfenadrina é potencialmente tóxica. A ingestão de 2 a 3 gramas dessa substância pode levar à morte. Os efeitos colaterais vão de boca seca e alterações nos batimentos do coração até alucinações, tremor, agitação e, em doses altas, delírio e coma.

Ácido acetilsalicílico (aspirina)

EFEITOS DESEJADOS: A aspirina é três em um. Em baixas dosagens, até 1 grama, funciona contra dor e estágios leves de febre. Acima dessa quantidade, inibe processos inflamatórios, principalmente as artrites.

EFEITOS INDESEJADOS: A overdose costuma acontecer de forma acidental, principalmente com idosos, que usam doses maiores do remédio, e crianças pequenas. Oito comprimidos são suficientes para aumentar o risco de excesso de acidez no sangue e baixa acentuada de glicose, causando choque cardiovascular e insuficiência respiratória — distúrbios que podem levar à morte. Por causar queda nos níveis de açúcar, qualquer dosagem de aspirina pode causar hipoglicemia em diabéticos que tomam medicamentos para controlar a doença.

A aspirina e outros anti-inflamatórios também não devem ser usados antes de procedimentos cirúrgicos, mesmo os mais simples, como arrancar um dente ou uma unha encravada. Quando existe um corte na pele, as plaquetas se juntam e formam tampões para não deixar o sangue escapar. A aspirina inibe essa agregação e deixa a porta aberta para hemorragias.

Usar o remédio junto com outro anti-inflamatório ou álcool também é mau negócio: aumenta as chances de úlcera e sangramentos estomacais e intestinais severos.

Corretora de Seguros RJ

Tenha uma alimentação saudável!

A dependência em drogas lícitas ou ilícitas é considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, maconha, crack, anfetaminas, remédios controlados e cocaína é um problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos.

O alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada. Além da já reconhecida predisposição genética para a dependência, outros fatores podem estar associados: ansiedade, angústia, insegurança, fácil acesso ao álcool e condições culturais.

Quem necessita de tratamento no SUS devido ao abuso de álcool e outras drogas deve procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD). O atendimento conta com equipes multiprofissionais compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.
É muito difícil convencer alguém a não fazer algo que lhe dê prazer; drogas e álcool, antes de qualquer outra coisa, oferecem prazer imediato, e por causarem dependência física, psicológica e síndrome de abstinência são de difícil tratamento. As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas para o desenvolvimento humano, o incentivo à educação, à prática de esportes, à cultura, ao lazer e a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento científico.

Corretora de Seguros RJ

Dia Nacional de Combate às Drogas e Alcoolismo

A dependência em drogas lícitas ou ilícitas é considerada uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, maconha, crack, anfetaminas, remédios controlados e cocaína é um problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro, pois afeta valores culturais, sociais, econômicos e políticos.

O alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada. Além da já reconhecida predisposição genética para a dependência, outros fatores podem estar associados: ansiedade, angústia, insegurança, fácil acesso ao álcool e condições culturais.

Quem necessita de tratamento no SUS devido ao abuso de álcool e outras drogas deve procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS), os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD). O atendimento conta com equipes multiprofissionais compostas por médico psiquiatra, clínico geral, psicólogos, dentre outros.

É muito difícil convencer alguém a não fazer algo que lhe dê prazer; drogas e álcool, antes de qualquer outra coisa, oferecem prazer imediato, e por causarem dependência física, psicológica e síndrome de abstinência são de difícil tratamento. As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas para o desenvolvimento humano, o incentivo à educação, à prática de esportes, à cultura, ao lazer e a socialização do conhecimento sobre drogas, com embasamento científico.

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Asma não é brincadeira!

Asma é uma doença comum das vias aéreas ou brônquios (tubos que levam o ar para dentro dos pulmões) causada por inflamação das vias aéreas. Geralmente causa os seguintes sintomas: falta de ar ou dificuldade para respirar, sensação de aperto no peito ou peito pesado, chiado no peito e tosse.

É uma das doenças crônicas mais comuns que afeta tanto crianças quanto adultos, sendo um problema mundial de saúde e acometendo cerca de 300 milhões de pessoas. Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 20 milhões de asmáticos. 

A asma varia muito de pessoa para pessoa e num mesmo indivíduo. Tem épocas que pode ser muito leve e os sintomas desaparecerem e tem momentos em que pode piorar muito, necessitando atendimentos de emergência e até mesmo internação.  As crises de asma também podem variar, umas sendo mais fortes do que as outras.

A causa exata da asma ainda não é conhecida, mas acredita-se que é causada por um conjunto de fatores: genéticos (história familiar de alergias respiratórias – asma ou rinite) e ambientais.

A asma não tem cura. Mesmo se você não tiver nenhum sintoma, a asma está presente. Embora não exista cura, existem tratamentos que melhoram muito os sintomas da asma e proporcionam o controle da doença. Assim, asmáticos tratados podem ter uma qualidade de vida igual a de qualquer pessoa saudável.

É importante lembrar que a asma é uma doença variável. Por isso, o tratamento da asma deve ser individualizado, isto é, o que serve para um asmático pode não ser o melhor tratamento para outro. Ou um mesmo tratamento pode ter sua dose modificada conforme a necessidade. Por isso, o tratamento da asma deve ser orientado pelo médico.

A maioria dos pacientes com asma é tratada com dois tipos de medicação: medicação chamada controladora ou de manutenção que serve para prevenir o aparecimento dos sintomas e evitar as crises de asma e, medicação de alívio ou de resgate que serve para aliviar os sintomas quando houver piora da asma.

A maioria dos asmáticos pode ter uma vida normal. Além disso, a grande maioria dos asmáticos não precisa se privar de nada. Para tanto, basta apenas seguir algumas regras:

– evitar o contato com gatilhos como poeiras, fumaças do cigarro, pelo de animais, mofo, pólens ou poluentes;

– usar diariamente a medicação controladora;

– consultar periodicamente um médico.