Dor de cabeça

Dor de cabeça ou enxaqueca?

Conheça os 3 principais tipos de cefaleia que podem acontecer

Aposto que você já confundiu ou não soube definir se o que estava sentindo era uma dor de cabeça ou uma crise de enxaqueca. Essa é uma confusão muito comum mas é possível distinguir com observações simples. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia, dor de cabeça é uma terminologia comum e todo mundo conhece. O que as pessoas em geral sentem é o incômodo na região do crânio. Já cefaleia é o termo técnico e significa exatamente o mesmo que dor de cabeça. 

A enxaqueca é uma forma de cefaleia, mas não a única! A Sociedade Internacional de Cefaleia reconhece mais de 150 modalidades de dor de cabeça. Entre os médicos especialistas, alguns preferem chamar a enxaqueca de migrânea. A enxaqueca (ou migrânea) é uma doença herdada geneticamente. Portanto, não se deve dizer que a enxaqueca é algo “normal”. Ou seja, o diagnóstico da enxaqueca é clínico. Esse problema tem tratamento e os pacientes se beneficiam muito com ele, embora, na maioria das vezes não seja possível evitar completamente as crises.

Geralmente, os principais tipos de cefaleia são:

Cefaleia tensional: provoca dores que dão a sensação de cabeça pesada, apertada ou pressionada. Apresenta uma dor fraca ou moderada, que não impede você de fazer suas atividades do dia a dia e não causa outros sintomas. As causas podem ser estresse, ansiedade e depressão e o tratamento geralmente é feito com medicamentos.

Cefaleia em salvas: é menos frequente e tem como sinal uma dor intensa, que aparece a noite, de um lado só ou em torno dos olhos. Pode durar poucos minutos ou horas. Algumas pessoas podem ficar com os olhos vermelhos e lacrimejando, congestão nasal e a pálpebra caída do lado que tem a dor. As causas podem ser problemas na região do cérebro conhecida como hipotálamo, responsável pelo controle da temperatura, hormônios e sono. O tratamento preventivo é feito com medicamentos, dependendo do tipo de crise que você tem.

Enxaqueca: é uma dor de cabeça crônica, que geralmente começa com uma dor latejante em um dos lados, que aumenta aos poucos. Além da dor, você pode sentir fotofobia (aversão a luz) e fonofobia (aversão ao som). Em alguns casos, ficar com a visão turva ou enxergar pontos luminosos pode indicar uma crise, que pode provocar náuseas e vômitos.

Muitas vezes a enxaqueca é causada por alterações hormonais, fazer refeições fora do horário normal, tomar muito café ou praticar muita atividade física. Mas para algumas pessoas, alguns tipos de alimentos, como queijos, chocolate, frutas cítricas, adoçante, alimentos gelados ou gordurosos podem causar crises de enxaqueca. O tratamento se resume a controlar os sintomas. Mas, quando se conhece o que desencadeia as crises, existe um controle maior e podem ser prevenidas com medicamentos.
Sempre procure um médico! A automedicação é perigosa e pode agravar o problema. Além disso, cada organismo funciona de uma forma específica. O remédio que funciona para o seu amigo pode não ajudar o seu corpo a melhorar. Muitas doenças têm a cefaleia como sintoma. Logo, o melhor é procurar orientação profissional para descobrir se é só uma dor de cabeça ou se ela pode ser o sinal de outra condição de saúde

Atividade física e a terceira idade na pandemia

Atividade física e a terceira idade na pandemia

Durante o confinamento e distanciamento social por causa da Covid-19, a prática de atividades físicas é uma das práticas mais recomendadas por especialistas por seus benefícios para o sistema imunológico. Manter-se ativo é fundamental, principalmente neste aspecto, ainda mais para idosos, um dos grupos de risco para o Coronavirus. Existem muitos exercícios que podem ser feitos dentro de casa mas sempre com orientação profissional a distância, acompanhamento e preparação prévia tanto de quem for praticar a atividade quanto do ambiente.

Fique atento(a) a algumas dicas:

  • Não deixar de realizar o aquecimento;
  • Esperar pelo menos 2h depois de cada refeição antes da prática;
  • Se possível monitorar variáveis (FC, PA, SpO2 e Glicemia) antes, durante e após o exercício;
  • Manter a hidratação sempre;
  • Se exercitar perto de um espelho, assim minimiza-se os erros;
  • Familiarização do espaço da prática para evitar possíveis acidentes;
  • Utilizar roupas confortáveis e sapatos adequados;
  • Ao sinal de qualquer sintoma diferente do normal (tontura, falta de ar, náuseas, dor), interromper o exercício imediatamente e procurar ajuda médica.

Os exercícios ajudam também a passar o tempo, melhoram a qualidade do sono, aumentam a disposição, previnem doenças, minimizam aflições, entre tantos outros benefícios. Através da internet e redes sociais é possível acompanhar vários profissionais da saúde, que têm disponibilizado vídeos online voltados para o público acima de 60 anos com exercícios caseiros práticos e interessantes. Algumas atividades simples e alternativas que podem ser feitas em casa são: caminhadas pelos cômodos (com atenção para evitar quedas), sentar e levantar da cadeira, exercícios que utilizam o peso do próprio corpo ou com pesos leves (alimentos ou garrafinhas de água) e cabos de vassoura, se liberados pelo profissional de saúde, são indicados. Os treinos devem ter intervalos para descanso e é indicado que tenham duração de 30 minutos por atividade. 

Sempre consultem especialistas antes de praticar atividades! E em caso de qualquer sensação ou sintoma fora do padrão, esteja em contato com seu médico e procure socorro hospitalar.

Confira mais informações e detalhes na matéria completa do Jornal Estado de Minas: https://bit.ly/2Br4tbB

Trabalhar a memória é essencial

A nossa memória nem sempre funciona da forma como gostaríamos. Mas há como trabalhar essa habilidade e transformá-la em mais eficiente. O primeiro fator que prejudica a memória é a falta de horas de sono de qualidade. Para melhorar a capacidade de lembrança, é fundamental dormir 7 a 9 horas por dia. Além disso, é fundamental fazer exercícios específicos como jogos com palavras, reduzir o estresse e comer alimentos ricos em ômega 3, por exemplo.

A nossa memória nem sempre funciona da forma como gostaríamos. Mas há como trabalhar essa habilidade e transformá-la em mais eficiente. O primeiro fator que prejudica a memória é a falta de horas de sono de qualidade. Para melhorar a capacidade de lembrança, é fundamental dormir 7 a 9 horas por dia. Além disso, é fundamental fazer exercícios específicos como jogos com palavras, reduzir o estresse e comer alimentos ricos em ômega 3, por exemplo.

Para conseguir memorizar situações específicas, é muito importante a pessoa estar concentrada quando quer memorizar algo. O estresse e a ansiedade também dificultam a memorização, porque o cérebro está ocupado com muitos pensamentos e tem dificuldade em se concentrar. A alimentação também é importante para melhorar a memória, sendo que, alimentos ricos em ômega 3, como o salmão, a sardinha e as sementes de linhaça, por exemplo, e antioxidantes presentes nas frutas e legumes, contribuem para manter o cérebro funcional. Na dieta, devem-se evitar alimentos ricos em açúcares simples, como bolos, biscoitos e chocolate, e optar por ingerir carboidratos integrais, como pão, massa e arroz integral e/ou aveia, por exemplo.

Para treinar seu cérebro, aqui vão algumas atividades cotidianas que podem auxiliar no processo:

  • No final do dia, recorde as atividades que se fez ao longo do dia;
  • Faça uma lista de compras, mas procure não usar a lista quando se vai no supermercado, tentando lembrar o que escreveu;
  • Mantenha o cérebro alimentado, fazendo refeições de 3 em 3 horas, para estar sempre ativo e pronto para memorizar;
  • Faça ingestão de bebidas com cafeína, como chá verde ou café, por exemplo, porque essas substâncias mantém o cérebro em alerta e facilitam a captação da informação a memorizar;
  • Coma alimentos como ovo, nozes, leite, gérmen de trigo, castanha-de-caju e tomate, pois têm substâncias na sua composição que facilitam gravar informações e evitam o esquecimento;
  • Utilize a mão não dominante para realizar atividades em que geralmente se usa mão direita, como escrever, escovar os dentes, folhear um livro ou abrir uma porta por exemplo;
  • Vá para o trabalho e/ou volte para casa por outros caminhos diferentes dos habituais;
  • Mude a localização de alguns objetos que se usam muito no dia-a-dia, como o caixote do lixo ou as chaves de casa, por exemplo.

Para treinar seu cérebro e sua capacidade de memória, existem muitos jogos e programas interativos que são ao mesmo tempo divertidos e muito funcionais! Conheça alguns aplicativos que podem ser utilizados no seu smartphone de forma simples, ajudando a trabalhar essa habilidade sem que você nem perceba:

1) Fit Brains Trainer: o Treinador de Cérebros Saudáveis é um dos aplicativos mais baixados do gênero. Ele foi criado por Paul Nussbaum, professor adjunto de Cirurgia Neurológica na Universidade de Pittsburgh, um dos principais neuropsicólogos clínicos dos EUA.

2) Brain Train: traduzido com o nome de “O melhor treinamento cerebral”, o app melhora a percepção, memória, capacidade de cálculo, entre outros benefícios.

3) Little Things Forever: com belos gráficos e uma trilha sonora empolgante, o Little Things Forever propõe que o usuário encontre pequenos objetos dentro de cenários amplos. São 151 peças de quebra-cabeça que precisam ser coletadas e 11 que devem ser solucionadas.

4) Skillz: propõe que o usuário exercite seu cérebro através de divertidos jogos de lógica. Conforme os pontos são conquistados surgem novos níveis com maior grau de dificuldade.

5) Lumosity: foi criado por cientistas e designers. Baixado por mais de 85 milhões de usuários nos quatro cantos do mundo ele oferece mais de 25 jogos que ajudam a desenvolver a memória, atenção, raciocínio lógico e outras habilidades.

Confira a lista completa em: https://glo.bo/2YvZ76s

Caso a falha de memória seja mais severa ou duradoura, consulte um especialista e faça o tratamento apropriado.

A nossa memória nem sempre funciona da forma como gostaríamos. Mas há como trabalhar essa habilidade e transformá-la em mais eficiente. O primeiro fator que prejudica a memória é a falta de horas de sono de qualidade. Para melhorar a capacidade de lembrança, é fundamental dormir 7 a 9 horas por dia. Além disso, é fundamental fazer exercícios específicos como jogos com palavras, reduzir o estresse e comer alimentos ricos em ômega 3, por exemplo.

Para conseguir memorizar situações específicas, é muito importante a pessoa estar concentrada quando quer memorizar algo. O estresse e a ansiedade também dificultam a memorização, porque o cérebro está ocupado com muitos pensamentos e tem dificuldade em se concentrar. A alimentação também é importante para melhorar a memória, sendo que, alimentos ricos em ômega 3, como o salmão, a sardinha e as sementes de linhaça, por exemplo, e antioxidantes presentes nas frutas e legumes, contribuem para manter o cérebro funcional. Na dieta, devem-se evitar alimentos ricos em açúcares simples, como bolos, biscoitos e chocolate, e optar por ingerir carboidratos integrais, como pão, massa e arroz integral e/ou aveia, por exemplo.

Para treinar seu cérebro, aqui vão algumas atividades que podem auxiliar no processo:

  • No final do dia, recorde as atividades que se fez ao longo do dia;
  • Faça uma lista de compras, mas procure não usar a lista quando se vai no supermercado, tentando lembrar o que escreveu;
  • Mantenha o cérebro alimentado, fazendo refeições de 3 em 3 horas, para estar sempre ativo e pronto para memorizar;
  • Faça ingestão de bebidas com cafeína, como chá verde ou café, por exemplo, porque essas substâncias mantém o cérebro em alerta e facilitam a captação da informação a memorizar;
  • Coma alimentos como ovo, nozes, leite, gérmen de trigo, castanha-de-caju e tomate, pois têm substâncias na sua composição que facilitam gravar informações e evitam o esquecimento;
  • Utilize a mão não dominante para realizar atividades em que geralmente se usa mão direita, como escrever, escovar os dentes, folhear um livro ou abrir uma porta por exemplo;
  • Vá para o trabalho e/ou volte para casa por outros caminhos diferentes dos habituais;
  • Mude a localização de alguns objetos que se usam muito no dia-a-dia, como o caixote do lixo ou as chaves de casa, por exemplo.

Caso a falha de memória seja mais severa ou duradoura, consulte um especialista e faça o tratamento apropriado.

Quando a queda de cabelo é um problema?

A queda de cabelo pode ser um grande incômodo mas nem sempre indicam algum problema. É normal perder cerca de 100 fios de cabelo por dia. Essa é a média considerada comum, pois os fios possuem um ciclo de crescimento e queda natural. A situação começa a ficar preocupante quando o volume de queda ultrapassar essa quantidade.Quando os fios começarem a ficar quebradiços, você deve procurar um(a) médico(a) para uma avaliação e verificar o que está acontecendo. 

Vários fatores interferem na saúde do cabelo, como procedimentos químicos em excesso (coloração, escova progressiva, relaxamento), falta de vitaminas, anemia, estresse, alterações hormonais, excesso de bebidas alcoólicas, tabagismo e até dermatite seborreica (caspa). Algumas causas podem ser pontuais, como pós-cirurgia, gestação, febre e infecções, resultando na queda capilar mais acentuada por um determinado momento. De qualquer forma, a avaliação do(a) dermatologista deve ser realizada.

Um aspecto que pode ser destacar principalmente agora é a influência dos traumas emocionais, como o estresse e a ansiedade, que implicam em uma grande perda de minerais e vitaminas fundamentais para o crescimento e saúde dos fios. 

Fique atento(a) a algumas dicas para manter o cabelo sadio e bonito:

  • Sempre higienize bem o couro cabeludo e os fios com um shampoo e condicionador ideal para a sua necessidade. Quando eles ficam sujos por um longo tempo, a queda capilar se agrava. Mantenha-os sempre fortalecidos e saudáveis com produtos antiqueda e fortalecedores, se assim preferir.
  • Evite prender os cabelos quando estiverem molhados. Esse hábito favorece o surgimento da caspa, além de causar a proliferação de fungos e bactérias que acabam enfraquecendo a raiz.
  • Evite lavar o cabelo com água quente. Isso provoca o ressecamento do couro cabeludo, aumentando a queda dos fios.
  • Mantenha uma dieta rica em vitaminas, minerais e proteínas. Esses elementos influenciam diretamente na saúde do cabelo e em seu crescimento. Na sua alimentação diária, evite frituras em excesso, gorduras ruins, álcool e doces, pois eles aceleram a queda. E fique atento(a) ao consumo de água: beba uma média de 2 litros por dia e inclua em seu dia o consumo de oleaginosas e frutas.

Caso o problema persista, procure um(a) dermatologista. Essa intensa frequência na perda dos fios pode levar à calvície e há procedimentos clínicos que podem ajudar, como laser fracionado, luz infravermelha e microagulhamento.

Intoxicação alimentar: o que fazer?

A intoxicação alimentar é uma doença causada pela ingestão de alimentos que contém organismos prejudiciais ao nosso corpo, como bactérias, parasitas e vírus. Eles são encontrados principalmente na carne crua, frango, peixe e ovos, mas podem se espalhar para qualquer tipo de alimento. 

Na maioria das vezes, acontece de forma branda e desaparece após alguns dias. O que você pode fazer é esperar seu corpo para se livrar do germe que está causando a doença. Mas alguns tipos de intoxicação alimentar podem ser mais sérios – nesses casos, você precisa ver um médico.

Frutas e vegetais frescos podem ser contaminados se forem lavados ou irrigados com água contaminada por dejetos de animais ou esgoto humano. É muito comum a transmissão de bactérias como o E. coli em água contaminada com fezes. Também pode acontecer quando os alimentos entram em contato com uma pessoa infectada toca a comida ou quando a comida entra em contato com algo contaminado. Além disso, muitos organismos prejudiciais facilmente encontrados na sujeira, poeira e água podem cruzar o caminho dos alimentos que consumimos e os que são enlatados e não foram preparados adequadamente também podem conter organismos nocivos.

O risco de contrair uma intoxicação alimentar é maior em determinados cenários, como:

  • Comer ou beber sucos não pasteurizados, brotos crus, leite não pasteurizado e produtos lácteos fabricados a partir de leite não pasteurizado, como certos queijos;
  • Comer carne crua ou mal cozida;
  • Comer ou beber alimentos que foram contaminados durante o processamento ou pelo descuidado no manuseio.

Alguns grupos de pessoas estão sujeitas a uma vulnerabilidade maior, com maior risco de adoecer com intoxicação alimentar e de ter sintomas mais graves como idosos, grávidas, bebês e crianças e pessoas com doenças crônicas ou esteja com o sistema imunológico fragilizado.

Os sintomas da intoxicação alimentar geralmente afetam o estômago e intestinos, sendo que o sinal mais comum é a diarreia. Outros sintomas incluem:

  • Náusea;
  • Vômitos;
  • Diarreia aquosa;
  • Dor abdominal e cólicas;
  • Febre.

Nem toda intoxicação alimentar provoca cólicas, diarreia, náuseas e vômitos. Alguns tipos de intoxicação alimentar têm sintomas diferentes ou mais graves, como fraqueza, dormência, confusão ou formigamento na face, mãos e pés.

Podem começar a aparecer dentro de horas após a ingestão do alimento contaminado, mas pode demorar dias ou até mesmo semanas em alguns casos. A intoxicação alimentar geralmente dura de um a 10 dias. Tudo depende do organismo que te infectou e quais as suas condições de saúde no geral.

Se você passar por essa situação, as principais orientações são:

  • Beba muitos líquidos;
  • Coma alimentos leves para reduzir o estresse no seu sistema digestivo;
  • Se você estiver a amamentando, continue a alimentar seu filho ou filha como de costume;
  • Os medicamentos que ajudam a aliviar a diarreia geralmente não são recomendados, pois, em alguns casos, podem tornar a intoxicação alimentar mais grave e duradoura.

Se você sentir qualquer um dos seguintes sintomas, procure atendimento médico:

  • Episódios frequentes de vômitos que interferem com a sua capacidade de manter líquidos no estômago;
  • Vômitos de sangue;
  • Diarreia grave por mais de três dias;
  • Sangue nas fezes;
  • Extrema dor ou cólicas abdominais severas;
  • Febre acima de 38°C;
  • Desidratação (sede excessiva, boca seca, pouca ou nenhuma micção, fraqueza severa, tonturas ou vertigens);
  • Dificuldade em falar;
  • Dificuldade para engolir;
  • Visão dupla;
  • Fraqueza muscular que progride.

Se você suspeitar de intoxicação alimentar, procure ajuda profissional. Informe ao médicos todos os detalhes e siga suas orientações.

O que fazer com a ansiedade na quarentena?

Todos estamos com medo em relação ao futuro. A Covid-19 intensificou esse sentimento em todos nós. Quando isso vai acabar? Vou manter meu emprego? Meu negócio vai falir? Minha família vai ficar bem?

São tantas perguntas e poucas respostas. O estresse já faz parte do dia a dia de muitas pessoas, mas é possível reverter esse quadro e viver esse momento com mais serenidade. Confira algumas dicas que você pode começar a implementar no seu dia a dia para aprender como lidar com a ansiedade em meio a tantas incertezas.

1. Mantenha-se se informado(a) mas não o tempo todo

O ideal é evitar manter os noticiários da televisão ligados o dia todo. Procure separar um período do dia no qual irá se informar sobre o que está acontecendo e quais são as atualizações.

Não se esqueça de que existem muitas fake news por aí, portanto, não saia acreditando em tudo o que lê. Priorize fontes confiáveis e evite espalhar notícias duvidosas pelo WhatsApp. Evite um bombardeio de informações desnecessárias, afinal, todos os veículos de comunicação só falam disso. O que você precisa saber é o essencial.

2. Livros e filmes são um ótimo passatempo

Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia, é preciso realmente se deixar levar.

3. Exponha seus sentimentos com atividades diversas

Às vezes, tudo o que você precisa para aprender como lidar com a ansiedade é incluir na sua rotina atividades que te ajudem a expressar o que sente.

Escreva, pinte, desenhe, faça exercícios, aprenda habilidades novas, faça cursos. Todas essas atividades são a expressão do que você pensa e sente e podem te ajudar a eliminar a angústia e o medo. Além disso, você ocupa seu tempo e não fica apenas sentado em frente à televisão ouvindo as notícias.

4. Implemente uma boa rotina

É importante criar horários de trabalho, intervalos, refeições e também ter momentos de lazer e descanso. A rotina é muito importante para organizar a sua mente ao longo do período de isolamento social.

Lembre-se de que você ainda passará muitos dias em casa, portanto, deve fazer com que estes dias sejam os mais saudáveis possíveis.

5. Faça exercícios de respiração

Existem formas de controlar a sua respiração, ou seja, técnicas simples que podem ser adotadas no seu dia a dia para ajudar a lidar com a ansiedade.

O mais importante é se lembrar sempre de que a respiração deve ser feita utilizando a musculatura do diafragma, ou seja, por meio da movimentação do abdômen. A respiração diafragmática funciona assim: coloque uma mão no abdômen e a outra no peito, mantendo os ombros eretos; respire profundamente pelo nariz, levando o ar até o diafragma (abdômen) e não permitindo que ele se limite apenas até o peito; expire pela boca. Repita o processo de maneira lenta de 6 a 10 vezes.

Outra técnica é a respiração alternada pelas narinas, que ocorre da seguinte maneira: pressione a narina direita com o polegar direito; inspire o ar pela narina esquerda de forma profunda; segure a respiração por alguns segundos e depois pressione a narina esquerda para expirar pela direita. Vá repetindo o processo ao contrário.

Existem muitas dicas e atividades que podem ser feitas para amenizar a ansiedade mas é fundamental consultar um especialista também. Procurar ajuda profissional é fundamental para a sua saúde, física e mental.

Precisa sair de casa durante a quarentena? Cuide-se!

Se você precisa sair de casa, é muito importante tomar cuidado nesse processo. O uso das máscaras é fundamental, trocando a cada 2h, e o uso do álcool em gel e a necessidade de sempre lavar as mãos com água e sabão permanecem essenciais. Porém, profissionais de atividades consideradas essenciais não tem outra opção. E para quem precisa se deslocar para comprar remédios ou mantimentos, a dúvida surge: quais devem ser os procedimentos ao chegar em casa, para evitar contaminação?

Cuidado com os calçados

O ideal é que seu sapato, seja qual for (até mesmo chinelos) nem entrem em casa. Caso essa não seja uma opção, faça a higienização imediatamente após sua chegada. Para facilitar,escolha um par específico de calçados para ser usado na rua, e deixar separado dos demais. Devem ter a sola higienizadas com a mistura de 50 ml de água sanitária para um litro de água potável e na superfície deve ser borrifada uma mistura de água e sabão.

Atenção para as roupas

Cada peça de roupa utilizada durante a saída deverá ir diretamente para o cesto de roupas sujas. Ou, melhor ainda: coloque-as dentro da máquina de lavar e feche a tampa. Faça a lavagem assim que possível. Basta utilizar água e sabão, não importa se em pó ou líquido.

Higiene pessoal

Assim que chegar em casa, isolar as roupas e calçados, tome um banho, com atenção redobrada a cada parte do corpo. Antes disso, evite tocar as mãos no rosto, nas paredes e nos móveis da casa. E lembre-se de limpar com álcool 70% ou água e sabão todas superfícies que forem tocadas. Como se estima que o vírus consiga sobreviver nos cabelos durante cerca de seis horas, aproveite o banho para lavá-los também.

Acessórios e aparelhos eletrônicos

Todos os objetos que você levar para a rua devem ser higienizados ao retornar. Isto vale para acessórios (bolsas, carteiras, óculos) como para gadgets (celulares, tablets, fones de ouvido). Um pano com água e detergente ou embebido em álcool 70% já conseguem resolver o problema nos acessórios. Para os aparelhos, misture água (preferencialmente destilada) e álcool isopropílico 70% e utilize um lenço de microfibra.

Dê um banho nas compras

Antes de guardar qualquer produto comprado, higienize as embalagens com água e sabão ou álcool 70%. Limpe também as superfícies que a comprar forem colocados e jogue fora as embalagens que acompanham as mercadorias. Não reaproveite sacos plásticos ou pacotes de papelão. Com atenção e cuidado, essas etapas acabam virando rotina!

Com a preocupação de cada um, sairemos dessa situação mais rápido e melhor! Fique em casa e só saia se for realmente necessário!

Fiquem atentos às diferenças entre alergias respiratórias e a Covid-19

Com as mudanças de temperatura, alguns sintomas podem aparecer e confundir sua cabeça, principalmente agora! O Brasil está entrando nos meses que habitualmente registra o maior número de doenças respiratórias. “Nas estações de outono e inverno há aumento da frequência de infecções virais (gripe e resfriado) e bacterianas, como amigdalite, otite, sinusite, assim como aumento de crises de asma e piora da rinite alérgica”, explica a médica Marta de Fátima Rodrigues da Cunha Guidacci, membro da Comissão de Políticas de Saúde da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). 

Geralmente, na gripe, que dura de cinco a sete dias, os sintomas são abruptos, intensos, febre alta, mal-estar generalizado, mialgia e pode complicar para uma sinusite e pneumonia. Já os resfriados, que duram em média três dias, causam coriza, mal-estar leve, febre baixa.

De acordo com a médica  Marta de Fátima, “Outras doenças respiratórias podem debilitar os pacientes, principalmente os idosos, pessoas com comorbidades e imunodeprimidos”. Independente dos sintomas apresentados, a atenção deve ser redobrada em casos de febre por mais de 48 horas, falta de ar, esforço para respirar, pele pálida ou azulada, náuseas e vômitos. Ou sonolência excessiva, em caso de crianças e idosos.

Listamos alguns dos principais sintomas de alergias respiratórias (como rinite, por exemplo) e Covid-19 para orientar superficialmente à conscientização de quem está preocupado com alguma situação semelhante:

ALERGIA RESPIRATÓRIA 

Coceira nasal

Obstrução nasal

Espirros em salvas (com repetições sem intervalos)

Nota-se uma piora dos sintomas quando o paciente entra em contato com poeira, mofo, pólen, entre outros)

COVID-19

Febre constante por 48h

Dor na garganta

Falta de ar

Diarréia

Tosse seca e persistente

Alteração (ou ausência) no olfato e no paladar

Consulte sempre um médico para confirmar ou descartar suspeitas. Tratando-se da Covid-19, evite a superlotação dos hospitais e clínicas de saúde sem necessidade nesse momento. Cuide-se e fique em casa!

Cuide da saúde do seu lar

Manter sua casa limpa é fundamental para o controle da pandemia do Covid-19. É importante saber que algumas medidas caseiras podem auxiliar nessa prevenção. A primeira, e importante, dica é que esse novo coronavírus pode ser morto com produtos de limpeza desinfetantes, como álcool 70%, água sanitária e até mesmo a simples mistura de água e sabão.

Por esse motivo, é de grande importância lavar com frequências as mãos e o pulso, com água e sabão, ou mesmo com álcool em gel. Você pode optar pela mistura de álcool e água sanitária para limpar todas as superfícies .

É fundamental lavar os cobertores e travesseiros de uso comum pelo menos uma vez por mês e limpar o sofá, utilizando um aspirador ou um paninho com vinagre.

Além disso, as toalhas, principalmente as de mão, compartilhadas no banheiro, também devem ser lavadas, pelo menos uma vez por semana. Os germes adoram o ambiente úmido e quente do banheiro e podem permanecer vivos na toalha por várias horas.

O teclado do computador pode contribuir para a disseminação dos germes, principalmente se ele for partilhado entre os familiares ou no escritório. Para retirar a sujeira que se acumula entre as teclas, utilize um secador de cabelo e para desinfetá-las, assim como para o celular, faça uso de um pano umedecido com álcool isopropílico e lembre-se de incluir essa tarefa na sua rotina diária.

Fique com algumas dicas a mais para cuidar da sua saúde em ambientes compartilhados com mais pessoas:

– Se tiver algum paciente em isolamento, por precaução, é recomendada a higienização de superfícies que ele possa tocar com álcool 70% ou água sanitária;

– Manter o ambiente arejado, com janelas abertas, para diminuir a carga de vírus no ambiente.

Higiene do celular:

– É recomendada a limpeza com álcool 70% se usar o aparelho ou após tocar em superfície que possa estar contaminada, como um corrimão.

No trabalho:

– Pessoas com gripe ou resfriado devem ser afastadas;

– Elevador deve ser evitado se algum passageiro estiver resfriado ou gripado.

Durante isolamento domiciliar de paciente com Covid-19:

– Se possível, usar banheiro separado. Se tiver apenas um banheiro, lavar as mãos antes e depois do uso;

– Pacientes com coronavírus podem circular pela casa, desde que usem máscaras e estejam com as mãos limpas;

– Visitas devem ser evitadas;

– O lixo deve ser descartado normalmente;

– Separar utensílios de uso pessoal do paciente, como copo, pratos, talheres e toalha de banho;

– As roupas do paciente podem ser lavadas juntas com as dos demais moradores da casa.

Pessoa usando Álcool Gel

Fiquem atentos à higiene pessoal

Uma das principais armas para combater e evitar a transmissão deste, e de outros vírus, é velha conhecida de todos: a higiene. Segundo médicos infectologistas e sanitaristas, a principal recomendação é lavar as mãos ou usar álcool gel 70% sempre que tocar em alguma superfície que possa estar contaminada, como após usar o transporte público, antes das refeições ou após ir ao banheiro. Assim, a possibilidade de contrair o novo coronavírus diminui. A principal recomendação é não sair de casa, a não ser que seja extremamente necessário.

Mas também é preciso aprender a forma correta de tossir ou espirrar, evitando o uso das mãos e dando preferência a papel descartável, que deve ser jogado no lixo após o uso e não deixado sobre o sofá ou a mesa de trabalho, por exemplo.

Além da higienização e do cuidado ao tossir ou respirar, infectologistas também recomendam evitar os cumprimentos com beijos, abraços e apertos de mãos, ações que são muito comuns entre os brasileiros. Para evitar um possível contágio, a recomendação é trocar o toque por um cumprimento à distância ou um aceno de mão.

A recomendação é realmente evitar os cumprimentos com toque porque a transmissão comunitária do coronavírus já está acontecendo há algumas semanas.

Fiquem atentos às orientações de higiene e comportamento:

Ao tossir ou espirrar:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso;

– Se não tiver papel, colocar o nariz e a boca na dobra do cotovelo.

Ao higienizar nariz e boca:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso para evitar que outras pessoas entrem em contato .

Lavagem das mãos ou higienização com álcool gel:

– Antes das refeições;

– Após ir ao banheiro;

– Depois de usar o transporte público: trem, metrô ou ônibus;

– Após tocar em algo que uma pessoa contaminada possa ter tocado também;

– Se estiverem com aparência de sujas, a recomendação é lavar com água e sabão, e não apenas álcool gel.

Distância mínima de pessoas resfriadas ou com gripe:

– De um a dois metros, pois a transmissão é por gotículas eliminadas pelas vias respiratórias.

Cumprimentos:

– Beijos, apertos de mão e abraços devem ser evitados.

Uso de máscaras:

– Pacientes com gripe ou resfriado devem usar quando tiverem que sair para ir ao médico, por exemplo;

– Pacientes com COVID-19 em isolamento domiciliar devem usar quando estiverem no mesmo ambiente com outra pessoa, que deve usar máscara também;

– Profissionais de saúde devem usar durante o período de trabalho;

– As máscaras devem ser descartadas após duas horas de uso;

– Pessoas saudáveis não precisam usar.