Diabetes: o diagnóstico precoce é fundamental!

O diabetes é uma das doenças que mais acomete pessoas no mundo, muitas vezes, de forma silenciosa. Aqui no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que 8,9% da população é afetada, porém, 50% dos pacientes não sabem de seu diagnóstico. Isso ocorre em partes porque a patologia pode ser assintomática por anos, o que ressalta a importância dos check-ups frequentes. Por isso, 14 de novembro é o Dia Nacional do Combate ao Diabetes, criado para disseminar conscientização e informações.

 

De acordo com a IDF, Federação Internacional de Diabetes, cerca de 463 milhões de adultos vivem com essa condição no mundo, correspondendo a 9,3% da população mundial. Entre crianças e adolescentes, são mais de 1 milhão.

 

O Diabetes Mellitus é uma síndrome metabólica, causada pela incapacidade do pâncreas em produzir insulina corretamente, causando déficit nas moléculas de glicose. Divide-se em dois tipos: o Tipo 1, consequência de um defeito no sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células; e o Tipo 2, resultado da resistência à insulina – este é responsável por 90% dos casos.

 

Há ainda o Diabetes Gestacional, diagnosticado pela primeira vez nesse período, porém podendo ou não persistir após o parto. Também é possível que outros tipos sejam decorrentes de defeitos genéticos ou comorbidades, acompanhando doenças do pâncreas ou induzidos por medicamentos.

 

Quando surgem, os sintomas comuns do Tipo 1 são: vontade constante de urinar, fome e sede frequentes, perda de peso, fadiga, mudanças de humor, náusea, entre outros. Já no Tipo 2, são comuns uma grande frequência de infecções, visão embaçada, dificuldade de cicatrização, formigamentos nos pés e furúnculos. Por isso, tenha atenção aos sinais!

 

Caso seja diagnosticado, é possível ter uma vida de qualidade fazendo o tratamento correto. O principal é manter hábitos saudáveis, além de, é claro, fazer acompanhamento com médicos de sua confiança e seguir todas as recomendações. Nesse caso, seguir com os cuidados é fundamental para impedir complicações nos rins, olhos e nervos, além do risco de infarto, AVC e infecções.

 

Existem diversas doenças crônicas que podem e devem ser controladas, se descobertas precocemente! Por isso, é importante ter um acompanhamento especializado que garanta seu bem-estar e o seu futuro.

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Saiba como reduzir seus custos ao contratar um seguro

Vivemos um momento de altos e baixos na economia, e por isso é importante que o(a) empreendedor(a) saiba fazer as melhores escolhas. Investir em um bom seguro, por exemplo, pode parecer caro, mas evita gastos a longo prazo! Mas tome cuidado e busque todas as informações necessárias antes de assinar uma apólice.

A redução de custos deve ser prioridade para manter uma empresa. Por isso mesmo, a contratação de seguros empresariais tem sido cada vez mais frequente. Ninguém está imune a um imprevisto como acidentes ou roubos, e é importante contar com uma forma de prevenção

A primeira coisa a se levar em consideração é se a cobertura é compatível com o valor dos seus ativos. Podem ocorrer danos e sinistros, porém é possível recuperá-los através da seguradora. Para isso, contar com uma corretora de seguros é essencial. Com ela, o empresário contará com especialistas que entendem os planos, a abrangência e as necessidades de cada negócio. Por isso, explique as especificidades do seu empreendimento: o profissional pode personalizar seu contrato.

Uma das maiores vantagens de contar com proteção é a segurança financeira, de forma que não comprometa o fluxo de caixa. Assim, não se perde dinheiro na hora de cobrir consertos e acidentes. Daí vem a importância de se avaliar o custo-benefício, pois é comum que o segurado precise arcar com uma parte dos custos. Na hora de contratar, muitas pessoas optam pelo plano mais barato e podem acabar tendo que gastar mais com o tempo. Alguns planos mais caros, no entanto, oferecem cobertura completa, possibilitando dessa forma um planejamento muito mais efetivo e claro, econômico.

Outra forma eficiente de fazer isso é oferecendo benefícios para os funcionários. Garantir um plano de saúde de qualidade e que forneça assistência aumenta a produtividade dos colaboradores. Além disso, itens como seguro de vida e vale alimentação incentivam e podem ser uma forma de otimizar os recursos. Mas é possível oferecer tudo isso por um menor valor, sem perder na excelência dos serviços que serão usados pelos funcionários. Os planos de saúde corporativos são uma boa opção, oferecendo preços competitivos

Realizar programas para promover a saúde, lembrando da importância da nutrição balanceada e exercícios é outra estratégia. Por último, há a coparticipação, em que eles pagam uma parte do valor das consultas e procedimentos.

É possível ter tranquilidade e evitar perdas sem prejudicar as finanças!

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Novembro Azul: uma campanha pela saúde do homem

É comum que os homens pensem ser fortes a ponto de não precisarem ir ao médico, e infelizmente isso acaba impedindo o tratamento de diversas doenças. Por isso, surgiu o Novembro Azul, inicialmente para conscientizar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. Hoje em dia, a iniciativa engloba cuidados com a saúde no geral, porém ainda focando nessa condição.

Segundo oncologistas, a crença de que eles estão imunes é o principal problema, já que muitas patologias começam de forma silenciosa. A partir do momento em que surgem os sintomas, é porque já estão em um estágio avançado. Se diagnosticado corretamente, o câncer de próstata tem cura em 90% dos casos, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer).

No entanto, cerca de 25% dos pacientes ainda morrem devido a essa enfermidade, e 20% a descobrem tardiamente. Ela permanece como a neoplasia sólida mais comum e segunda maior causa de óbito oncológico entre o gênero masculino. São previstos cerca de 65.840 casos novos para cada ano até 2022. Isso corresponde a 62 casos a cada 100 mil homens, o que faz desse tipo da doença o mais incidente no país entre eles, junto com o câncer de pele não-melanoma. Vale ressaltar que o crescimento do último também se dá pela falta de cuidados: o público masculino geralmente não faz uso constante de protetor solar, entre outras precauções indicadas.

No caso da condição ligada à pele, ainda há o fato de que poderia ser facilmente diagnosticado desde o início, porém encontra boa parte dos pacientes já em fase de metástase. Ainda que os tratamentos avançados e intervenções cirúrgicas tenham resultados positivos, a falta de consultas com um profissional atrasam esse processo.

Outro aspecto a ser considerado é a idade, um dos principais fatores de risco para essas e outras doenças. Por isso, é indicado que a rotina de exames seja intensificada já a partir dos 40 anos.

A iniciativa reforça a atenção que deve ser dada o ano todo a esse tema. Outros fatores que aumentam a qualidade de vida são a alimentação balanceada e a prática de exercícios. Mas o mais importante ainda é fazer check-ups regularmente e ficar atento a qualquer sintoma ou alteração! 

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Atenção com as doenças por esforço repetitivo!

Em tempos de trabalho constante em computadores, a LER se tornou uma das condições mais frequentes entre a população. Trata-se da lesão por esforço repetitivo, uma síndrome que engloba um grupo de doenças que atingem o sistema musculoesquelético. 

No geral, a principal causa é o excesso de força colocado de forma contínua nos movimentos. Postura inadequada, estresse e problemas de origem psicológica no geral também podem contribuir. O diagnóstico geralmente é feito por exames de imagem. De acordo com um estudo do Ministério da Saúde, os casos de LER aumentaram 184% no período de 10 anos. Uma grande parte dos casos se dá entre mulheres. Entenda quais são os tipos:

Tendinite e tenossinovite: Ocorrem nos tendões do ombro, bíceps, calcâneo e polegar. Seus principais sintomas são dor ao se mover e sensibilidade ao toque. O tratamento vai de repouso a uso de corticoides.

Bursite: É a inflamação da bursa, uma pequena bolsa com líquido que envolve as articulações. Costuma ser vista nos ombros, cotovelos e joelhos, com sintomas como dor e inchaço. As causas que mais se destacam são traumatismos e infecções.

Epicondilite: Afeta os tendões do cotovelo. Alguns dos sintomas são: irradiação da dor para o antebraço e costas da mão, dificuldade para segurar objetos e fraqueza. Fazer alongamento entre as atividades pode servir como prevenção.

Síndrome do túnel do carpo: é uma neuropatia causada pela compressão do nervo mediano, entre a mão e o antebraço. Se manifesta através de formigamento e dormência nas áreas afetadas. Existem dois testes que a diagnosticam: o de Phalen e o de Tinel. Se for leve, imobiliza-se o pulso e são receitados anti-inflamatórios. Porém, em casos mais severos, precisa de procedimento cirúrgico.

Dedo em gatilho: Surge quando o dedo fica travado em uma posição dobrada e um dos tendões da região pode inchar, formando um nódulo na palma da mão. Nesse caso, são usadas talas e medicamentos, e podem ser injetados anestésicos no local.

Síndrome do desfiladeiro torácico: É uma consequência da compressão de nervos e vasos sanguíneos na região entre a primeira costela e a clavícula. Provoca fraqueza nos braços, formigamento no quarto e quinto dedos das mãos e vermelhidão ou aparência azulada na pele. Nem sempre é adquirida, podendo ser resultado de predisposição. Aqui, o mais indicado é a fisioterapia, e leva alguns meses até a melhora.

Síndrome do pronador redondo: Afeta o antebraço, quando o nervo mediano é pressionado. Isso atrapalha a mobilização dos dedos, tornando-os sensíveis. 

Mialgias: são tipos de dores musculares localizadas ou não, causadas por tensões. Podem ser consequências de um tipo de sobrecarga, porém em alguns casos, tem causas emocionais.  De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, 15% a 20% das ocorrências estão nas regiões do pescoço e ombros, e 10% a 15% no joelho e na articulação da mandíbula. 

Qualquer parte do corpo que for exposta a traumas repetidos pode ser afetada. Por isso, atenção aos sintomas e consulte sempre um(a) médico(a)! 

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Com qual médico você deve se consultar: Clínico Geral ou Médico da Família?

Na hora de fazer uma consulta de rotina, é necessário saber onde ir. 

O(a) Clínico(a) Geral é aquele mais procurado quando alguém precisa investigar sintomas. É a habilitação que possui amplo conhecimento sobre o organismo no geral e sua responsabilidade é acompanhar o paciente e fazer o primeiro diagnóstico. Para isso, o(a) profissional pede exames e se necessário, faz o encaminhamento para o especialista indicado. Em casos não-cirúrgicos, não ginecológicos e não obstétricos, o(a) próprio(a) pode tratar doenças.

Já o(a) Médico(a) da Família assume o cuidado integral desde o nascimento, podendo lidar com até 80% dos problemas de saúde. Esse(a) profissional não trata somente adultos, acompanhando também crianças. Ao contrário da anterior, essa especialidade pode realizar tratamentos de ginecologia e obstetrícia, além de complicações de olhos ou ouvidos, entre outros. Seu foco não está na enfermidade, mas sim na reabilitação.

O contexto comunitário também é levado em consideração. Além de ambulatórios e hospitais, esses médicos podem atuar na gestão de serviços de saúde e em ensino e pesquisa. A assistência é individualizada, lidando com o cliente de forma mais pessoal. Para se qualificar é necessária, além da residência, uma prova específica para receber a titulação. Já a Clínica Médica, embora não exija especialidade ou aceite qualificações de outras áreas, é um pré-requisito para trabalhar em outros setores importantes da prática. 

Enquanto a Medicina Interna oferece um atendimento mais generalizado para depois fazer o redirecionamento, quem se aprofunda em saúde familiar conhece a fundo a maioria das patologias mais frequentes, sabendo como proceder e podendo ir da pediatria à geriatria.

Ontem, 18 de outubro, foi Dia do Médico! No contexto atual, queremos agradecer ainda mais a essas pessoas que arriscam suas vidas todos os dias. Deixamos nossos parabéns e muito obrigada!

Você sabe o que faz um Corretor de Seguros?

Hoje é o Dia do Corretor de Seguros! Confira aqui um pouco mais sobre o que a nossa equipe faz!

A importância de resguardar seu patrimônio é imensurável. Por isso, é muito importante contar com um conhecedor do assunto. A primeira coisa a se saber é que existe uma diferença entre uma corretora de seguros e uma seguradora: a primeira é uma organização autorizada pelas entidades competentes para fazer a representação legal do(a) cliente. Já a segunda é a empresa que fornecerá os serviços, arcando com as indenizações em casos de danos. 

O(a) corretor(a) atua como especialista, e tem como função principal atuar como intermediário entre a operadora e o(a) cliente. Ele(a) oferece consultoria no momento em que a pessoa física ou jurídica decide contratar um plano, avaliando os riscos e a conveniência do(a) titular. Dessa forma, pode ajudá-lo(a) a decidir a cobertura que mais se aplica a suas necessidades. 

A Global Opsi conta com uma equipe capacitada e experiente para proporcionar total segurança na hora de avaliar essas condições. As opções são abrangentes, indo de seguro residencial, automóvel e de vida a planos de saúde. Cada um deles possui uma ampla versatilidade de itens, podendo proteger até mesmo portáteis e objetos de valor que o(a) contratante possui. No caso de planos empresariais, o(a) empreendedor(a) tem suporte para selecionar o plano que tem mais vantagens para a equipe, considerando também a redução de custos da corporação.

Ter o intermédio na hora de fechar o contrato não é obrigatório, mas é comum que, sem a devida orientação, uma pessoa escolha a opção mais barata sem saber que em casos de sinistro pagará caro. Ou, ainda, pode solicitar um pacote que não abrange todas as suas demandas. 

O(a) profissional também tem a atribuição de mediar contratos e garantir o cumprimento das cláusulas previstas na apólice. É seu papel prestar assessoria ao(à) cliente, tendo a expertise para selecionar a companhia que tem melhor atendimento técnico. Uma de suas outras responsabilidades é orientar o(a) segurado(a) sobre as condições de renovação. Tudo isso visando o custo-benefício, pois muitas vezes o que é aparentemente mais econômico pode trazer dores de cabeça no futuro. Se quiser saber mais sobre o assunto, entre em contato conosco! 

Parabéns a todos os profissionais da área, em especial aos colaboradores da Global Opsi! 

Saúde bucal: confira dicas valiosas que vão além do cuidado com os dentes

Prevenção é essencial para manter a qualidade de vida! Isso também vale para a saúde bucal, mas com a correria do dia-a-dia, nos esquecemos de fazer a devida manutenção. A falta de cuidados com a boca pode chegar até mesmo a te prejudicar em outras áreas

Dentre os problemas bucais, o mais comum são as cáries. Muitas pessoas acreditam ser algo simples, mas, na verdade, se não tratadas, podem causar a morte da polpa do dente e formar abscessos.

Entre outros males causados pela falta de manutenção dentária, estão:

Gengivite – Ocorre quando há acúmulo de placa bacteriana, inflamando a gengiva. Os principais sintomas são inchaços e sangramentos, mas pode evoluir para periodontite.

Periodontite – Assim como a gengivite, causa inchaços e sangramentos, além de sensibilidade, mau hálito e retração da gengiva. Quando não tratada, pode causar até mesmo a perda do dente. Como muitas vezes é assintomática, é necessário ir ao dentista regularmente para o diagnóstico precoce.

Retração da Gengiva – Essa condição faz com que a raiz do dente fique exposta e dessa forma, as bactérias se espalham.

Tártaro – Se trata da placa bacteriana depois que endurece. O tártaro fixa no dente, podendo destruí-lo gradativamente.

Câncer bucal – Em alguns casos, os tumores se iniciam a partir de lesões causadas, por exemplo, por próteses mal adaptadas. Em um ambiente muito favorável a infecções, eles evoluem.

Quando as infecções bucais não são tratadas, elas contribuem para o surgimento de doenças em outras partes do corpo, pois se espalham pela corrente sanguínea. Há relação com condições como a pneumonia, a artrite reumatóide, doenças respiratórias, disfunção erétil e até mesmo Alzheimer. Além disso, elas podem trazer complicações a pacientes com outras doenças como o diabetes e problemas de coração. Algumas das consequências na saúde de outras partes do corpo são:

Endocardite Bacteriana – Ocorre quando as bactérias que entram no sistema sanguíneo atingem o coração. Caso a pessoa já tenha predisposição a doenças cardiovasculares, o cuidado deve ser redobrado.

Diabetes – Quem tem diabetes é mais propenso a desenvolver problemas de saúde bucal. Ao mesmo tempo, esses problemas agravam a condição, pois afetam o controle da glicose. Em pessoas com pré-diabetes, doenças bucais podem contribuir para que evolua para diabetes tipo 2.

Complicações no Parto – As gestantes têm mais chances de desenvolver doenças periodontais, pois enjoos e náuseas dificultam a execução dos processos de higienização. As bactérias podem antecipar o parto, estimulando as contrações e a dilatação do colo uterino e até mesmo reduzindo o peso do bebê.

Além de evitar todas essas complicações de saúde, cuidar dos dentes diminui as chances de contrair o Covid-19. Isso porque dessa forma os anticorpos continuam funcionando normalmente, aumentando a resistência ao vírus.

Mantenha bons hábitos de higiene, como a escovação dos dentes após as refeições, o uso de pasta de dente com flúor, o uso do fio dental, fazendo a limpeza da língua, cuidando da alimentação, entre outras coisas. E o mais importante: visite seu dentista regularmente, pelo menos uma vez a cada 6 meses.

Qual é a diferença entre gastrite e úlcera?

Mal estar estomacal pode ser algo recorrente, ainda mais em situações adversas de má alimentação ou estresse, por exemplo. Mas quando esse quadro torna-se preocupante? Sintomas como queimação no estômago e a sensação de azia afetam nosso dia a dia e, principalmente, nosso rendimento cotidiano. O grande problema é que podem indicar uma gastrite ou, pior, uma úlcera! Você sabia que existem 8 tipos principais desses problemas estomacais?

A Gastrite em si é uma inflamação da camada interna do estômago (epitélio), como um resultado de agressões repetidas ao longo do tempo. Podem ter origens diversas como uso prolongado de alguns medicamentos (como antiinflamatórios), consumo excessivo de álcool, cigarro e também estresses físicos ligados a fatores emocionais. Outro fator muito importante e grave é a infecção pela bactéria Helicobacter pylori e algumas parasitoses. 

A Úlcera é um estágio mais avançado e preocupante da Gastrite. Esse quadro provoca feridas no estômago, no esôfago ou no duodeno, causando dores e desconforto ainda mais intensos. As consequências podem ser complicadas, portanto, é um problema que demanda muita atenção.

Tratando-se da Gastrite, existem 5 principais tipos que aparecem com mais frequência:

  1. Gastrite Aguda: causada pela bactéria Helicobacter pylori. Os sintomas, geralmente, são dor, mal estar, náuseas e vômito acompanhados de dor no estômago.
  2. Gastrite Nervosa: surge em situações de estresse, irritabilidade e ansiedade extrema. Possui os mesmos sintomas da gastrite aguda.
  3. Gastrite Crônica: É caracterizada por ter um longo período de duração. Com o passar do tempo, a inflamação da parede estomacal aumenta, causando ainda mais desconforto, podendo ser considerada como atrofia gástrica. Os principais sintomas geralmente são indigestão, vômitos, sensação de queimação no estômago e inchaço abdominal. 
  4. Gastrite Enantematosa: essa inflamação pode ser ocasionada por bactérias, alcoolismo, doenças autoimunes e também pelo uso excessivo de medicamentos. Os sintomas são iguais aos outros tipos de gastrite.
  5. Gastrite Eosinofílica: ocorre um aumento de células imunes no estômago, que causa inflamação e todos os outros sintomas já citados. É comum que aconteça em pessoas com quadros alérgicos.

Quando a situação se agrava, nota-se a úlcera gástrica: uma ferida instalada na parede do estômago. Em comparação à gastrite, as dores são mais incômodas e mais intensas. Nesses casos, existem 3 principais tipos recorrentes

1) Úlcera Gástrica: ocorre dentro do estômago;

2) Úlcera Esofágica: acontece no esôfago

3) Úlcera Duodenal: presente na parte superior do intestino delgado. 

Todos eles apresentam como sintomas a sensação de inchaço após a ingestão de líquidos, a fome e a sensação de vazio no estômago, náusea ou vômito e dores no estômago. Além disso, também podem acontecer fezes escuras ou com sangue, fadiga, dor no peito e perda de peso.

Confira algumas dicas e orientações para evitar o aparecimento desse mal estar (e do desenvolvimento de Gastrites e Úlceras):

  • Mastigue bem os alimentos e lembre-se de não ingerir líquidos junto às refeições (o indicado é somente após uma hora);
  • Não esqueça de comer de 3 em 3 horas em pequenas quantidades;
  • Evitar alimentos muito ácidos, muito quentes ou muito frios;
  • Consuma pelo menos 2 litros de água por dia para um bom funcionamento do organismo;
  • Evite bebidas alcoólicas, café, chá, chocolate, água gaseificada e refrigerantes;
  • O tabagismo é um grande vilão: evite;
  • Evite molhos apimentados e condimentos picantes em geral como massa de tomate, molho inglês, picles, vinagre, mostarda, etc;
  • Substitua frituras em geral: ovos, bolinhos, carne à milanesa, farofa e todos os tipos de carne com muita gordura como salame, linguiça, salsicha, frios em geral, carne de porco, carnes enlatadas e frutos do mar (como marisco, ostra, camarão e lagosta);
  • Dê um tempo na ingestão de feijão, ervilha, lentilhas, vagem e verduras e legumes crus. Opte por alimentos como legumes ou verduras refogadas, frutas com pouca acidez como a maçã, a banana e a goiaba, e também carnes com pouca gordura, como o peixe e o frango.
  • Diminua a quantidade de açúcar e doces muito concentrados, como goiabada, doce de leite, doces em calda;
  • Atenção ao excesso de medicamentos, como antiinflamatórios.

Sempre que sentir sintomas e incômodos, busque pela ajuda de especialistas! Antes de começar qualquer tratamento, consulte um(a) médico(a) e siga as orientações profissionais. Gastrite e Úlcera são problemas cada vez mais recorrentes mas podem ser minimizados com os cuidados certos.

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Quando foi seu último check-up?

A melhor estratégia contra as doenças é se prevenir delas! Muitas podem ser descobertas logo no início, minimizando as consequências a longo prazo. De acordo com especialistas, o diagnóstico precoce aumenta a probabilidade de cura e ameniza a necessidade de tratamentos mais complexos. Por isso, o check-up completo anual deve ser seguido com consciência.

Essa bateria de exames é recomendada principalmente para pessoas acima dos 35 anos, mas em casos em que o histórico familiar demanda mais atenção, essa periodicidade pode ser iniciada antes. São feitas checagens simples, que, quando realizadas da forma e no intervalo de tempo corretos, são eficientes na tarefa da prevenção. O fundamental é que, independente de uma faixa etária específica ou de precedentes na família, todos precisam ser incentivados a fazer o check-up.

Alguns fatores de risco potencializam essa necessidade, como sedentarismo, sobrepeso, tabagismo, má alimentação, ser portador ou ter histórico de doenças crônicas na família, e apresentar sintomas frequentes, como dores no corpo, fadiga, palpitação, ganho ou perda de peso repentina, dentre outros.

O check-up é fundamental para o diagnóstico precoce de doenças importantes e recorrentes na sociedade em geral, como hipertensão, diabetes e a maioria dos tipos de câncer. Além disso, muitas ocorrências patológicas que são assintomáticas podem ser diagnosticadas nos exames. 

Aliado a hábitos saudáveis, as checagens de rotina melhoram a qualidade de vida, tanto do indivíduo quanto da sua família. Ao iniciar o check-up anual, a ação vale como alerta e lembrete para que pessoas próximas também atualizem seus exames e mantenham-se bem.

Antes de começar essa jornada em prol da saúde, sempre consulte os especialistas. Geralmente,a primeira solicitação dos exames é feita por um(a) Clinico (a) Geral ou Médico(a) da Família. Mas é fundamental descobrir qual será a melhor abordagem para as suas necessidades e as indicações ideais entre os segmentos de atuação dos médicos.

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Dores nos dentes e ansiedade? Pode ser bruxismo!

Dores nos dentes e nas mandíbulas podem significar vários problemas, dependendo da situação e do organismo de cada. Uma das possibilidade é o bruxismo, uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Essa pressão pode provocar desgaste e amolecimento dentário. Nos casos mais graves, podem ocorrer também problemas ósseos, na gengiva e na articulação da mandíbula (ATM). 

As causas podem estar ligadas a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade, apneia do sono ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo. Sabe-se que esse incômodo atinge 15% das crianças e afeta indistintamente homens e mulheres. A incidência tende a diminuir conforme a idade avança mas não é exatamente um padrão. 

O diagnóstico do bruxismo é clínico. Para identificar o problema, é possível contar com a ajuda de pessoas que convivam com o paciente, para verificar se o ranger dos dentes acontece durante o sono. A própria pessoa também pode notar os sinais, como acordar com dor ou, em casos já bastante avançado, perceber desgastes nos dentes. Mas somente um especialista poderá dar o parecer definitivo. Quando isso acontecer, o profissional observará essa característica física dentária, fratura de restauração ou de dente, língua marcada pelos dentes e/ou linha branca na parte interna da bochecha.

O controle do bruxismo depende do grau de seriedade e deve ser feito em conjunto entre dentistas, médicos e psicólogos. Entre as formas de tratamento, é comum a indicação de uso de placas estabilizadoras, medicamentos, acupuntura. Sempre procure por profissionais para obter o diagnóstico correto e para colocar o tratamento ideal em prática!

Confira mais informações no blog oficial do Ministério da Saúde e cuide-se!