Quando a queda de cabelo é um problema?

A queda de cabelo pode ser um grande incômodo mas nem sempre indicam algum problema. É normal perder cerca de 100 fios de cabelo por dia. Essa é a média considerada comum, pois os fios possuem um ciclo de crescimento e queda natural. A situação começa a ficar preocupante quando o volume de queda ultrapassar essa quantidade.Quando os fios começarem a ficar quebradiços, você deve procurar um(a) médico(a) para uma avaliação e verificar o que está acontecendo. 

Vários fatores interferem na saúde do cabelo, como procedimentos químicos em excesso (coloração, escova progressiva, relaxamento), falta de vitaminas, anemia, estresse, alterações hormonais, excesso de bebidas alcoólicas, tabagismo e até dermatite seborreica (caspa). Algumas causas podem ser pontuais, como pós-cirurgia, gestação, febre e infecções, resultando na queda capilar mais acentuada por um determinado momento. De qualquer forma, a avaliação do(a) dermatologista deve ser realizada.

Um aspecto que pode ser destacar principalmente agora é a influência dos traumas emocionais, como o estresse e a ansiedade, que implicam em uma grande perda de minerais e vitaminas fundamentais para o crescimento e saúde dos fios. 

Fique atento(a) a algumas dicas para manter o cabelo sadio e bonito:

  • Sempre higienize bem o couro cabeludo e os fios com um shampoo e condicionador ideal para a sua necessidade. Quando eles ficam sujos por um longo tempo, a queda capilar se agrava. Mantenha-os sempre fortalecidos e saudáveis com produtos antiqueda e fortalecedores, se assim preferir.
  • Evite prender os cabelos quando estiverem molhados. Esse hábito favorece o surgimento da caspa, além de causar a proliferação de fungos e bactérias que acabam enfraquecendo a raiz.
  • Evite lavar o cabelo com água quente. Isso provoca o ressecamento do couro cabeludo, aumentando a queda dos fios.
  • Mantenha uma dieta rica em vitaminas, minerais e proteínas. Esses elementos influenciam diretamente na saúde do cabelo e em seu crescimento. Na sua alimentação diária, evite frituras em excesso, gorduras ruins, álcool e doces, pois eles aceleram a queda. E fique atento(a) ao consumo de água: beba uma média de 2 litros por dia e inclua em seu dia o consumo de oleaginosas e frutas.

Caso o problema persista, procure um(a) dermatologista. Essa intensa frequência na perda dos fios pode levar à calvície e há procedimentos clínicos que podem ajudar, como laser fracionado, luz infravermelha e microagulhamento.

Intoxicação alimentar: o que fazer?

A intoxicação alimentar é uma doença causada pela ingestão de alimentos que contém organismos prejudiciais ao nosso corpo, como bactérias, parasitas e vírus. Eles são encontrados principalmente na carne crua, frango, peixe e ovos, mas podem se espalhar para qualquer tipo de alimento. 

Na maioria das vezes, acontece de forma branda e desaparece após alguns dias. O que você pode fazer é esperar seu corpo para se livrar do germe que está causando a doença. Mas alguns tipos de intoxicação alimentar podem ser mais sérios – nesses casos, você precisa ver um médico.

Frutas e vegetais frescos podem ser contaminados se forem lavados ou irrigados com água contaminada por dejetos de animais ou esgoto humano. É muito comum a transmissão de bactérias como o E. coli em água contaminada com fezes. Também pode acontecer quando os alimentos entram em contato com uma pessoa infectada toca a comida ou quando a comida entra em contato com algo contaminado. Além disso, muitos organismos prejudiciais facilmente encontrados na sujeira, poeira e água podem cruzar o caminho dos alimentos que consumimos e os que são enlatados e não foram preparados adequadamente também podem conter organismos nocivos.

O risco de contrair uma intoxicação alimentar é maior em determinados cenários, como:

  • Comer ou beber sucos não pasteurizados, brotos crus, leite não pasteurizado e produtos lácteos fabricados a partir de leite não pasteurizado, como certos queijos;
  • Comer carne crua ou mal cozida;
  • Comer ou beber alimentos que foram contaminados durante o processamento ou pelo descuidado no manuseio.

Alguns grupos de pessoas estão sujeitas a uma vulnerabilidade maior, com maior risco de adoecer com intoxicação alimentar e de ter sintomas mais graves como idosos, grávidas, bebês e crianças e pessoas com doenças crônicas ou esteja com o sistema imunológico fragilizado.

Os sintomas da intoxicação alimentar geralmente afetam o estômago e intestinos, sendo que o sinal mais comum é a diarreia. Outros sintomas incluem:

  • Náusea;
  • Vômitos;
  • Diarreia aquosa;
  • Dor abdominal e cólicas;
  • Febre.

Nem toda intoxicação alimentar provoca cólicas, diarreia, náuseas e vômitos. Alguns tipos de intoxicação alimentar têm sintomas diferentes ou mais graves, como fraqueza, dormência, confusão ou formigamento na face, mãos e pés.

Podem começar a aparecer dentro de horas após a ingestão do alimento contaminado, mas pode demorar dias ou até mesmo semanas em alguns casos. A intoxicação alimentar geralmente dura de um a 10 dias. Tudo depende do organismo que te infectou e quais as suas condições de saúde no geral.

Se você passar por essa situação, as principais orientações são:

  • Beba muitos líquidos;
  • Coma alimentos leves para reduzir o estresse no seu sistema digestivo;
  • Se você estiver a amamentando, continue a alimentar seu filho ou filha como de costume;
  • Os medicamentos que ajudam a aliviar a diarreia geralmente não são recomendados, pois, em alguns casos, podem tornar a intoxicação alimentar mais grave e duradoura.

Se você sentir qualquer um dos seguintes sintomas, procure atendimento médico:

  • Episódios frequentes de vômitos que interferem com a sua capacidade de manter líquidos no estômago;
  • Vômitos de sangue;
  • Diarreia grave por mais de três dias;
  • Sangue nas fezes;
  • Extrema dor ou cólicas abdominais severas;
  • Febre acima de 38°C;
  • Desidratação (sede excessiva, boca seca, pouca ou nenhuma micção, fraqueza severa, tonturas ou vertigens);
  • Dificuldade em falar;
  • Dificuldade para engolir;
  • Visão dupla;
  • Fraqueza muscular que progride.

Se você suspeitar de intoxicação alimentar, procure ajuda profissional. Informe ao médicos todos os detalhes e siga suas orientações.

O que fazer com a ansiedade na quarentena?

Todos estamos com medo em relação ao futuro. A Covid-19 intensificou esse sentimento em todos nós. Quando isso vai acabar? Vou manter meu emprego? Meu negócio vai falir? Minha família vai ficar bem?

São tantas perguntas e poucas respostas. O estresse já faz parte do dia a dia de muitas pessoas, mas é possível reverter esse quadro e viver esse momento com mais serenidade. Confira algumas dicas que você pode começar a implementar no seu dia a dia para aprender como lidar com a ansiedade em meio a tantas incertezas.

1. Mantenha-se se informado(a) mas não o tempo todo

O ideal é evitar manter os noticiários da televisão ligados o dia todo. Procure separar um período do dia no qual irá se informar sobre o que está acontecendo e quais são as atualizações.

Não se esqueça de que existem muitas fake news por aí, portanto, não saia acreditando em tudo o que lê. Priorize fontes confiáveis e evite espalhar notícias duvidosas pelo WhatsApp. Evite um bombardeio de informações desnecessárias, afinal, todos os veículos de comunicação só falam disso. O que você precisa saber é o essencial.

2. Livros e filmes são um ótimo passatempo

Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia, é preciso realmente se deixar levar.

3. Exponha seus sentimentos com atividades diversas

Às vezes, tudo o que você precisa para aprender como lidar com a ansiedade é incluir na sua rotina atividades que te ajudem a expressar o que sente.

Escreva, pinte, desenhe, faça exercícios, aprenda habilidades novas, faça cursos. Todas essas atividades são a expressão do que você pensa e sente e podem te ajudar a eliminar a angústia e o medo. Além disso, você ocupa seu tempo e não fica apenas sentado em frente à televisão ouvindo as notícias.

4. Implemente uma boa rotina

É importante criar horários de trabalho, intervalos, refeições e também ter momentos de lazer e descanso. A rotina é muito importante para organizar a sua mente ao longo do período de isolamento social.

Lembre-se de que você ainda passará muitos dias em casa, portanto, deve fazer com que estes dias sejam os mais saudáveis possíveis.

5. Faça exercícios de respiração

Existem formas de controlar a sua respiração, ou seja, técnicas simples que podem ser adotadas no seu dia a dia para ajudar a lidar com a ansiedade.

O mais importante é se lembrar sempre de que a respiração deve ser feita utilizando a musculatura do diafragma, ou seja, por meio da movimentação do abdômen. A respiração diafragmática funciona assim: coloque uma mão no abdômen e a outra no peito, mantendo os ombros eretos; respire profundamente pelo nariz, levando o ar até o diafragma (abdômen) e não permitindo que ele se limite apenas até o peito; expire pela boca. Repita o processo de maneira lenta de 6 a 10 vezes.

Outra técnica é a respiração alternada pelas narinas, que ocorre da seguinte maneira: pressione a narina direita com o polegar direito; inspire o ar pela narina esquerda de forma profunda; segure a respiração por alguns segundos e depois pressione a narina esquerda para expirar pela direita. Vá repetindo o processo ao contrário.

Existem muitas dicas e atividades que podem ser feitas para amenizar a ansiedade mas é fundamental consultar um especialista também. Procurar ajuda profissional é fundamental para a sua saúde, física e mental.

Precisa sair de casa durante a quarentena? Cuide-se!

Se você precisa sair de casa, é muito importante tomar cuidado nesse processo. O uso das máscaras é fundamental, trocando a cada 2h, e o uso do álcool em gel e a necessidade de sempre lavar as mãos com água e sabão permanecem essenciais. Porém, profissionais de atividades consideradas essenciais não tem outra opção. E para quem precisa se deslocar para comprar remédios ou mantimentos, a dúvida surge: quais devem ser os procedimentos ao chegar em casa, para evitar contaminação?

Cuidado com os calçados

O ideal é que seu sapato, seja qual for (até mesmo chinelos) nem entrem em casa. Caso essa não seja uma opção, faça a higienização imediatamente após sua chegada. Para facilitar,escolha um par específico de calçados para ser usado na rua, e deixar separado dos demais. Devem ter a sola higienizadas com a mistura de 50 ml de água sanitária para um litro de água potável e na superfície deve ser borrifada uma mistura de água e sabão.

Atenção para as roupas

Cada peça de roupa utilizada durante a saída deverá ir diretamente para o cesto de roupas sujas. Ou, melhor ainda: coloque-as dentro da máquina de lavar e feche a tampa. Faça a lavagem assim que possível. Basta utilizar água e sabão, não importa se em pó ou líquido.

Higiene pessoal

Assim que chegar em casa, isolar as roupas e calçados, tome um banho, com atenção redobrada a cada parte do corpo. Antes disso, evite tocar as mãos no rosto, nas paredes e nos móveis da casa. E lembre-se de limpar com álcool 70% ou água e sabão todas superfícies que forem tocadas. Como se estima que o vírus consiga sobreviver nos cabelos durante cerca de seis horas, aproveite o banho para lavá-los também.

Acessórios e aparelhos eletrônicos

Todos os objetos que você levar para a rua devem ser higienizados ao retornar. Isto vale para acessórios (bolsas, carteiras, óculos) como para gadgets (celulares, tablets, fones de ouvido). Um pano com água e detergente ou embebido em álcool 70% já conseguem resolver o problema nos acessórios. Para os aparelhos, misture água (preferencialmente destilada) e álcool isopropílico 70% e utilize um lenço de microfibra.

Dê um banho nas compras

Antes de guardar qualquer produto comprado, higienize as embalagens com água e sabão ou álcool 70%. Limpe também as superfícies que a comprar forem colocados e jogue fora as embalagens que acompanham as mercadorias. Não reaproveite sacos plásticos ou pacotes de papelão. Com atenção e cuidado, essas etapas acabam virando rotina!

Com a preocupação de cada um, sairemos dessa situação mais rápido e melhor! Fique em casa e só saia se for realmente necessário!

Fiquem atentos às diferenças entre alergias respiratórias e a Covid-19

Com as mudanças de temperatura, alguns sintomas podem aparecer e confundir sua cabeça, principalmente agora! O Brasil está entrando nos meses que habitualmente registra o maior número de doenças respiratórias. “Nas estações de outono e inverno há aumento da frequência de infecções virais (gripe e resfriado) e bacterianas, como amigdalite, otite, sinusite, assim como aumento de crises de asma e piora da rinite alérgica”, explica a médica Marta de Fátima Rodrigues da Cunha Guidacci, membro da Comissão de Políticas de Saúde da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). 

Geralmente, na gripe, que dura de cinco a sete dias, os sintomas são abruptos, intensos, febre alta, mal-estar generalizado, mialgia e pode complicar para uma sinusite e pneumonia. Já os resfriados, que duram em média três dias, causam coriza, mal-estar leve, febre baixa.

De acordo com a médica  Marta de Fátima, “Outras doenças respiratórias podem debilitar os pacientes, principalmente os idosos, pessoas com comorbidades e imunodeprimidos”. Independente dos sintomas apresentados, a atenção deve ser redobrada em casos de febre por mais de 48 horas, falta de ar, esforço para respirar, pele pálida ou azulada, náuseas e vômitos. Ou sonolência excessiva, em caso de crianças e idosos.

Listamos alguns dos principais sintomas de alergias respiratórias (como rinite, por exemplo) e Covid-19 para orientar superficialmente à conscientização de quem está preocupado com alguma situação semelhante:

ALERGIA RESPIRATÓRIA 

Coceira nasal

Obstrução nasal

Espirros em salvas (com repetições sem intervalos)

Nota-se uma piora dos sintomas quando o paciente entra em contato com poeira, mofo, pólen, entre outros)

COVID-19

Febre constante por 48h

Dor na garganta

Falta de ar

Diarréia

Tosse seca e persistente

Alteração (ou ausência) no olfato e no paladar

Consulte sempre um médico para confirmar ou descartar suspeitas. Tratando-se da Covid-19, evite a superlotação dos hospitais e clínicas de saúde sem necessidade nesse momento. Cuide-se e fique em casa!

Cuide da saúde do seu lar

Manter sua casa limpa é fundamental para o controle da pandemia do Covid-19. É importante saber que algumas medidas caseiras podem auxiliar nessa prevenção. A primeira, e importante, dica é que esse novo coronavírus pode ser morto com produtos de limpeza desinfetantes, como álcool 70%, água sanitária e até mesmo a simples mistura de água e sabão.

Por esse motivo, é de grande importância lavar com frequências as mãos e o pulso, com água e sabão, ou mesmo com álcool em gel. Você pode optar pela mistura de álcool e água sanitária para limpar todas as superfícies .

É fundamental lavar os cobertores e travesseiros de uso comum pelo menos uma vez por mês e limpar o sofá, utilizando um aspirador ou um paninho com vinagre.

Além disso, as toalhas, principalmente as de mão, compartilhadas no banheiro, também devem ser lavadas, pelo menos uma vez por semana. Os germes adoram o ambiente úmido e quente do banheiro e podem permanecer vivos na toalha por várias horas.

O teclado do computador pode contribuir para a disseminação dos germes, principalmente se ele for partilhado entre os familiares ou no escritório. Para retirar a sujeira que se acumula entre as teclas, utilize um secador de cabelo e para desinfetá-las, assim como para o celular, faça uso de um pano umedecido com álcool isopropílico e lembre-se de incluir essa tarefa na sua rotina diária.

Fique com algumas dicas a mais para cuidar da sua saúde em ambientes compartilhados com mais pessoas:

– Se tiver algum paciente em isolamento, por precaução, é recomendada a higienização de superfícies que ele possa tocar com álcool 70% ou água sanitária;

– Manter o ambiente arejado, com janelas abertas, para diminuir a carga de vírus no ambiente.

Higiene do celular:

– É recomendada a limpeza com álcool 70% se usar o aparelho ou após tocar em superfície que possa estar contaminada, como um corrimão.

No trabalho:

– Pessoas com gripe ou resfriado devem ser afastadas;

– Elevador deve ser evitado se algum passageiro estiver resfriado ou gripado.

Durante isolamento domiciliar de paciente com Covid-19:

– Se possível, usar banheiro separado. Se tiver apenas um banheiro, lavar as mãos antes e depois do uso;

– Pacientes com coronavírus podem circular pela casa, desde que usem máscaras e estejam com as mãos limpas;

– Visitas devem ser evitadas;

– O lixo deve ser descartado normalmente;

– Separar utensílios de uso pessoal do paciente, como copo, pratos, talheres e toalha de banho;

– As roupas do paciente podem ser lavadas juntas com as dos demais moradores da casa.

Pessoa usando Álcool Gel

Fiquem atentos à higiene pessoal

Uma das principais armas para combater e evitar a transmissão deste, e de outros vírus, é velha conhecida de todos: a higiene. Segundo médicos infectologistas e sanitaristas, a principal recomendação é lavar as mãos ou usar álcool gel 70% sempre que tocar em alguma superfície que possa estar contaminada, como após usar o transporte público, antes das refeições ou após ir ao banheiro. Assim, a possibilidade de contrair o novo coronavírus diminui. A principal recomendação é não sair de casa, a não ser que seja extremamente necessário.

Mas também é preciso aprender a forma correta de tossir ou espirrar, evitando o uso das mãos e dando preferência a papel descartável, que deve ser jogado no lixo após o uso e não deixado sobre o sofá ou a mesa de trabalho, por exemplo.

Além da higienização e do cuidado ao tossir ou respirar, infectologistas também recomendam evitar os cumprimentos com beijos, abraços e apertos de mãos, ações que são muito comuns entre os brasileiros. Para evitar um possível contágio, a recomendação é trocar o toque por um cumprimento à distância ou um aceno de mão.

A recomendação é realmente evitar os cumprimentos com toque porque a transmissão comunitária do coronavírus já está acontecendo há algumas semanas.

Fiquem atentos às orientações de higiene e comportamento:

Ao tossir ou espirrar:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso;

– Se não tiver papel, colocar o nariz e a boca na dobra do cotovelo.

Ao higienizar nariz e boca:

– Usar papel higiênico ou lenço de papel e jogar no lixo após o uso para evitar que outras pessoas entrem em contato .

Lavagem das mãos ou higienização com álcool gel:

– Antes das refeições;

– Após ir ao banheiro;

– Depois de usar o transporte público: trem, metrô ou ônibus;

– Após tocar em algo que uma pessoa contaminada possa ter tocado também;

– Se estiverem com aparência de sujas, a recomendação é lavar com água e sabão, e não apenas álcool gel.

Distância mínima de pessoas resfriadas ou com gripe:

– De um a dois metros, pois a transmissão é por gotículas eliminadas pelas vias respiratórias.

Cumprimentos:

– Beijos, apertos de mão e abraços devem ser evitados.

Uso de máscaras:

– Pacientes com gripe ou resfriado devem usar quando tiverem que sair para ir ao médico, por exemplo;

– Pacientes com COVID-19 em isolamento domiciliar devem usar quando estiverem no mesmo ambiente com outra pessoa, que deve usar máscara também;

– Profissionais de saúde devem usar durante o período de trabalho;

– As máscaras devem ser descartadas após duas horas de uso;

– Pessoas saudáveis não precisam usar.

Mulher segurando frutas

Você sabe usar sua alimentação a seu favor?

Para fortalecer o sistema imunológico, prevenindo o desenvolvimento de algumas doenças e ajudar o corpo a reagir àquelas que já se manifestaram, é importante comer mais alimentos ricos em vitaminas e minerais, diminuir o consumo de fontes de gordura, açúcar e industrializados, com corantes e conservantes, e pode ser indicado tomar remédios ou suplementos que aumentam a imunidade.

A alimentação é importante para o bom funcionamento do sistema imune e os alimentos ricos em ômega-3, selênio, zinco, probióticos, vitaminas A, C e E são os mais indicados para aumentar o sistema imune, já que favorecem a produção das células de defesa do organismo de forma mais eficiente. Alguns exemplos são:

Ômega-3: sardinha, salmão, arenque, atum, sementes de chia, nozes e linhaça;

Selênio: castanha do pará, trigo, arroz, gema de ovo, sementes de girassol, frango, pão de forma, queijo, repolho e farinha de trigo;

Zinco: ostras, camarão, carne de vaca, frango, peru e peixe, fígado, gérmen de trigo, grãos integrais e frutos secos (castanha, amendoim e castanha do Pará);

Vitamina C: laranja, tangerina, abacaxi, limão, morango, melão, mamão, manga, kiwi, brócolis, tomate, melancia e batata com casca;

Vitamina E: sementes de girassol, avelã, amendoim, amêndoas, pistache, manga, azeite de oliva, molho de tomate, azeite de girassol, nozes e mamão;

Vitamina A: cenoura, batata doce, manga, espinafre, melão, acelga, pimentão vermelho, brócolis, alface e ovo;

Probióticos: iogurte natural, leite fermentado tipo kefir ou Yakult para manter a saúde intestinal.

Por mais simples que pareça acrescentar esses itens à sua alimentação, consulte sempre um médico ou nutricionista para introduzir os alimentos e mantenha o acompanhamento com esses profissionais.

Além disso, manter um estilo de vida saudável também é uma das melhores estratégias para manter o sistema natural de defesa do corpo sempre forte e eficiente e por isso é recomendado não fumar, comer alimentos saudáveis, praticar exercícios físicos leves ou moderados de forma regular, ter o peso adequado, dormir de 7 a 8 horas por noite, evitar o estresse e consumir bebidas alcoólicas com moderação. Estes hábitos devem ser seguidos por todos ao longo da vida, não somente em momentos em que a pessoa encontra-se doente ou com facilidade para adoecer. 

Corretora de Seguros RJ

Sintomas de falta de vitamina A

Os primeiros sintomas de falta de vitamina A são dificuldade para adaptar-se à visão noturna, pele seca, cabelo seco, unhas quebradiças e diminuição do sistema imunológico, com o aparecimento frequente de gripes e infecções.

A vitamina A é pode ser encontrada em alimentos como abóbora, cenoura, mamão, gema de ovo e fígado, e o organismo de um adulto é capaz de armazenar um estoque de até 1 ano desta vitamina no fígado, enquanto nas crianças esse estoque dura apenas algumas semanas.

Diante de uma deficiência, os sintomas de falta de vitamina A incluem:

  • Cegueira noturna;
  • Gripes e resfriados constantes;
  • Acne;
  • Pele, cabelo e boca secos;
  • Dor de cabeça;
  • Unhas quebradiças e que se descamam facilmente;
  • Falta de apetite;
  • Anemia;
  • Diminuição da fertilidade

A deficiência de vitamina A é mais comum em pessoas com desnutrição, idosos e em casos de doenças crônicas, como a doença inflamatória intestinal.

Quando o risco de deficiência é maior

Como a vitamina A é uma vitamina lipossolúvel, doenças que afetam a absorção de gordura no intestino também acabam reduzindo a absorção de vitamina A. Assim, problemas como fibrose cística, insuficiência pancreática, doença inflamatória intestinal, colestases ou casos de cirurgia bariátrica por bypass do intestino delgado, aumentam o risco de causar uma deficiência de vitamina A.

Além disso, o consumo excesso de álcool reduz a conversão de retinol para ácido retinoico, que é a forma ativa de vitamina A e a qual desempenha suas funções no organismo. Assim, o alcoolismo também pode ser uma causa do aparecimento de sintomas de falta desta vitamina.

Quantidade recomendada por dia

A quantidade de vitamina A recomendada por dia varia de acordo com a idade, como mostrado a seguir:

  • Crianças menores de 6 meses: 400 mcg
  • Crianças de 7 a 12 meses: 500 mcg
  • Crianças de 1 a 3 anos: 300 mcg
  • Crianças de 4 a 8 anos: 400 mcg
  • Crianças de 3 a 13 anos: 600 mcg
  • Homens maiores de 13 anos: 1000 mcg
  • Mulheres maiores de 10 anos: 800 mcg

Em geral, uma alimentação saudável e variada é suficiente para suprir as recomendações diárias de vitamina A, sendo importante só tomar suplementos desta vitamina de acordo com a orientação do médico ou do nutricionista.

Corretora de Seguros RJ

O que é choque anafilático, sintomas e como tratar

O choque anafilático, também conhecido como anafilaxia ou reação anafilática, é uma reação alérgica grave que surge poucos segundos, ou minutos, após se estar em contato com uma substância a que se tem alergia, como camarão, veneno de abelha, alguns medicamentos ou alimentos, por exemplo.

Nestes casos, os sintomas surgem rapidamente e incluem:

  • Dificuldade em respirar com chiado;
  • Coceira e vermelhidão na pele;
  • Inchaço da boca, olhos e nariz;
  • Sensação de bola na garganta;
  • Dor abdominal, náuseas e vômitos;
  • Aumento dos batimentos cardíacos;
  • Tonturas e sensação de desmaio;
  • Suores intensos;
  • Confusão.


Devido à gravidade dos sintomas e ao risco aumentado de ficar sem conseguir respirar, é importante iniciar o tratamento o mais rápido possível para evitar colocar em risco a vida da vítima. Veja que outros tipos de choque existem e quais os seus sintomas.

Nestes casos, deve-se chamar imediatamente uma ambulância, ligando o 192, manter a calma e deitar a vítima de lado, caso desmaie, como indicado nos primeiros socorros para esta situação.

Como é feito o tratamento

O tratamento para o choque anafilático deve ser feito o mais depressa possível no pronto-socorro ou em um hospital, com a injeção de adrenalina e o uso de uma máscara de oxigênio para ajudar na respiração.

Nos casos mais graves, em que o inchaço da garganta impede a passagem do ar para os pulmões, é necessário realizar uma cricotireoidostomia, que é um procedimento cirúrgico em que é realizado um corte na garganta, que possibilita manter a respiração, de forma a evitar alterações cerebrais graves.

Após o tratamento pode ser necessário que o paciente fique algumas horas internado no hospital para observar todos os sinais e sintomas, evitando que o choque anafilático volte a surgir.

O que fazer se já teve um choque anafilático

Após ter um choque anafilático é recomendado consultar um alergologista para identificar a substância que está provocando uma reação alérgica tão grave. Normalmente, as substâncias que provocam este tipo de choque incluem:

  • Alguns remédios, como Penicilina, Aspirina, Ibuprofeno ou Naproxeno;
  • Comida, como amendoins, nozes, amêndoas, trigo, peixes, marisco, leite e ovos;
  • Picadas de insetos, como abelhas, vespas e formigas.


Em casos menos frequentes, o choque também pode acontecer quando se está em contato com látex, alguns medicamentos usados em anestesias ou contraste utilizados em exames de diagnóstico.

Após identificar qual a causa da reação alérgica, o mais importante é evitar voltar a estar em contato com essa substância. Porém, nos casos em que há maior risco de vida ou quando é muito difícil evitar o contato com a substância, o médico também pode prescrever uma injeção de Epinefrina que deve andar sempre junto da pessoa com alergia, podendo ser usada sempre que os primeiros sintomas de choque aparecem.

Estas substâncias nem sempre causam choque anafilático, podendo apenas provocar reações alérgicas, a que se deve estar atento, para evitar complicações. Saiba quais os sintomas mais comuns de alergia.