Você já tomou algum remédio sem prescrição médica?

A automedicação é um hábito bastante prejudicial à saúde. Resumidamente, é a utilização de medicamentos por conta  própria  ou  por  indicação  de  pessoas  não habilitadas,  para tratamento de doenças cujos sintomas são “percebidos” pelo usuário, sem a avaliação prévia de um médico ou um farmacêutico.

Por mais simples que pareça, tomar um remédio indicado pela sua família, amigos ou porque viu orientações na internet, além de ter a possibilidade de piorar o seu problema, agravar a doença ao esconder determinados sintomas e poder gerar o aumento da resistência de microrganismos, você corre sérios riscos de intoxicações medicamentosas

Segundo dados do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), da Fundação Oswaldo Cruz, remédios são a principal causa de intoxicação no Brasil, ficando à frente de produtos de limpeza, agrotóxicos e alimentos estragados.

Geralmente, esses acidentes ocorrem devido à automedicação. De acordo com a Anvisa, os analgésicos, os antitérmicos e os antiinflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam.

Outra preocupação em relação ao uso do remédio se refere à combinação inadequada – o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode causar, ainda, reações alérgicas, dependência e até a morte.Sempre procure um médico ao desconfiar sobre qualquer problema de saúde. Evite recomendações de vizinhos, amigos, parentes e de informações encontradas aleatoriamente na internet. Se for necessário adquirir medicamentos de venda livre, que são considerados de baixo risco para tratar males menores e recorrentes, como dor de cabeça – procure orientações do farmacêutico.

Afinal, o que é uma alimentação saudável?

Resumidamente, é uma dieta enraizada em práticas alimentares que assumam a significação social e cultural dos alimentos como base. É fundamental fazer questão destas práticas bem como estimular o consumo de alimentos saudáveis regionais (como legumes, verduras e frutas), sempre levando em consideração os aspectos comportamentais e afetivos relacionados às práticas alimentares e a individualidade de cada organismo.

De acordo com o Ministério da Saúde, estas são as principais características de uma alimentação saudável:

1. Não é cara, pois pode ser baseada em alimentos in natura e produzidos regionalmente. As práticas de marketing muitas vezes vinculam a alimentação saudável ao consumo de alimentos industrializados especiais e não privilegiam os alimentos não processados e menos refinados.

2. É variada: fomentar o consumo de vários tipos de alimentos que forneçam os diferentes nutrientes necessários para o organismo, evitando a monotonia alimentar que limita o acesso de todos os nutrientes necessários a uma alimentação adequada.

3. É colorida: como forma de garantir a variedade principalmente em termos de vitaminas e minerais, e também a apresentação atrativa das refeições, destacando o fomento ao aumento do consumo de alimentos saudáveis como legumes, verduras e frutas e tubérculos em geral.

4. É harmoniosa: em termos de quantidade e qualidade dos alimentos consumidos para o alcance de uma nutrição adequada considerando os aspectos culturais, afetivos e comportamentais.

Confira mais informações no site do MS: https://bit.ly/2NZoOry 

Para montar um cronograma de alimentação e aprender quais são os alimentos e as quantidades necessárias para o seu dia a dia, é fundamental estar em contato com um especialista! Mas aqui vão algumas dicas que todos devem seguir sempre:

Evite refrigerantes e sucos industrializa­dos, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, sal­sicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.

Beba pelo menos 2 litros de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.

Pratique pelo menos 30 minutos de atividade físi­ca todos os dias e evite as bebidas alcoóli­cas e o fumo. 

Sempre consulte um profissional da área, incluindo médicos, nutricionistas e preparadores físicos para orientarem a melhor forma de adequar sua dieta e suas atividades físicas em prol de uma rotina mais saudável! Cuide-se!